sexta-feira, setembro 16, 2011

Humilhação

A humilhação




Ouvir uma ministra do governo francês dizer que vais mandar uns técnicos à Grécia para ajudar este país a ter uma administração fiscal (ou o que quer que seja) digna desse nome deveria encher de vergonha não só qualquer grego como qualquer europeu. Da mesma forma, ver alguns países europeus com museus cheios de peças pilhadas na Grécia exigir garantias financeiras a este país na hora em que atravessa uma grave crise deveria motivar-nos indignação.




Parece que alguns países do norte da Europa, entre os quais alguns novos-ricos como a Finlândia, exigem ao sul da Europa é a humilhação, os velhos bárbaros invadem-nos agora com um euro traiçoeiro que nos obriga a ajoelhar-nos perante as suas condições.



É cada vez mais evidente que a Europa está sem líderes à altura e muitos países são governados por uma nova geração de políticos sem qualquer visão histórica e que condicionam o processo de integração europeia a meras sondagens eleitorais. Com o argumento do respeito pela vontade dos seus eleitores ou do dinheiro dos seus contribuintes estão condicionando as soluções às motivações mais egoístas, aos sentimentos mais retrógrados das suas maiorias eleitorais ignorantes.



Sem uma liderança europeia à altura das circunstâncias, de que o Durão Barros é o exemplo mais patético, resta-nos o sentido da dignidade enquanto Nação, mas se isso implica fazer sacrifícios colectivos em nome do país implica um modelo de governação diferente, capaz de mobilizar a maioria dos portugueses e que tenha por base um contrato social que assegure não só uma repartição dos sacrifícios por todos os portugueses, como uma distribuição equitativa dos resultados.



Infelizmente não da disto está sucedendo, as elites empresariais estão aproveitando a crise para conseguir o modelo de relações laborais do tempo em que tinham uma polícia política para assegurar a submissão dos trabalhadores, alguns dos que mais lições de moral dão ao país empanturram os tribunais com recursos para adiarem o pagamento de impostos e como se isso não bastasse ainda instalam as suas holdings noutros países onde pagam menos impostos, a autonomia permitiu que uma região pratique um autêntico proxenetismo financeiro.



Por onde andam os bem pensantes que em tempos promoveram um manifesto defendendo um governo de unidade? Conquistada a maioria absoluta remeteram-se ao silêncio e agora concluíram que tal á não é necessário e que os problemas se resolvem com bordoada. Um deles até já defende uma constituição por referendo, se calhar até já tem uns livrecos preparados para serem publicitados nos altifalantes do Pingo Doce, como sucedeu durante as legislativas quando os velhinhos que iam às compras ouviam todos os dias um empregado do Soares dos Santos perguntar-lhes se sabiam se iriam ter pensão de reforma ao mesmo tempo que lhes sugeria a compra de um borda d’agua da sua fundação.



O país está transformado numa serva onde a regra é o salve-se quem puder, uns pagam mais impostos e recebem menos salários, outros aguardam ansiosos pela redução da TSU e já fazem contas a quanto vão ganhar com as águas privatizadas ao preço da uva mijona. A troco do enriquecimento fácil proporcionado pela crise financeira está a perder-se o sentido da vergonha, troca-se a soberania por uma redução da TSU ou por um lote de acções da GALP, troa-se o sentido de Nação por uma conta numa qualquer off-shore.



Deveríamos ter vergonha enquanto portugueses, somos cobardes como nunca fomos, somos subservientes como nunca sucedeu na nossa história, somos demasiado pequeninos para sermos dignos do povo que fomos.


terça-feira, julho 12, 2011

Diria Claro como água



Raciocínio simples


Se hoje um ataque às agências de rating é uma forma de defender o interesse nacional, os que no passado as defenderam e apaparicaram prejudicando o país traíram a sua pátria. Muitos dos que hoje se armam em grandes defensores do interesse nacional não passam de traidores oportunistas.

Comentário interessante a uma entrevista medíocre

Terça-feira, Julho 12, 2011



Pobre Europa




Assistir a uma entrevista dada por Durão Barroso a uma televisão é um exercício deprimente e ajuda a reconhecer as verdadeiras causas e a real dimensão da crise europeia. O líder da Comissão Europeia fala de economia com linguagem de cavador (como uma vez Sousa Franco disse de Jorge Coelho), tem um discurso sem dimensão intelectual e cheio de banalidades, revela-se um político pequeno e mesquinho ao falar de assuntos domésticos ignorando a sua posição e tratando o país como um galinheiro.




Quando um líder da Comissão ignora o desmoronamento da zona euro e concentra a sua atenção na austeridade num dos mais pequenos países da Europa percebemos que o mal não está nas agências de rating como os oportunistas tentam agora fazer crer. O problema está na vulnerabilidade de uma Europa sem líderes à altura que perante as consequências da sua inércia reagem à Cavaco Silva, depois de terem imposto programas de austeridade a três países descobrem que o mal é de as agências de rating serem americanas, disfarçam a incompetência com nacionalismos, um velho truque usado por políticos sem estatura.



É fácil dizer agora que a nacionalização do BPN foi um erro posição que até deverá estar certa, mas quando a fraude conduzida pelo núcleo do cavaquismo conduziu o banco à falência ninguém, além do PCP e do BE questionou tal decisão. Foi benéfica para os banqueiros que mais tarde se juntaram para recusar crédito ao Estado, foi uma bênção para os cavaquistas da SLN que assim transferiram para os contribuintes os prejuízos provocados pelas suas tropelias e foi do agrado de uma Europa que apelava ao investimento público para delimitar os prejuízos da crise do sub prime e até levantou o limite aos défices estabelecido na zona euro.



É a falta de visão de dirigentes europeus, mais preocupados com o seu cargo e em manter as mordomias que conquistaram, que está a conduzir a Europa à maior crise da história da União Europeia. Gente pequena que não hesitou em empobrecer os cidadãos de três ou quatro países que vergonhosamente chamam periféricos, que para não questionarem os grandes interesses europeus destruíram décadas de esforços para aumentar a coesão social.



Durão Barroso não foi grande coisa enquanto militante do MRPP, da sua passagem como secretário de Estado só ficou para a história uma manta da TAP, foi um primeiro-ministro incompetente e que acabou a esconder o défice com vendas de património e de dívidas fiscais à banca e como presidente da Comissão Europeia não passa de um dano colateral da invasão do Iraque, operação militar que apoiou com base em factos que sabia ou tinha fortes razões para pensar que eram mentira e graças à qual conseguiu apoios para ultrapassar António Vitorino e ficar com o cargo de presidente da Comissão Europeia.

sexta-feira, junho 03, 2011

O voto contra a ameaça













































03-06-2011 11:38 - O voto contra a ameaça



Está criada a percepção de que o próximo Governo vai ser o capataz da troika. Essa percepção é correcta. O programa de contrapartidas é tão exigente e até irrealista nos prazos que "governar" será eufemismo para "cumprir", e "implementar" será uma forma elegante de dizer "combater" - combater a resistência passiva e activa de todos aqueles que perdem direitos ou o conforto da previsibilidade. Mas esta percepção não pode gerar outra, a de que votar é irrelevante, inconsequente, inútil. Não é. E não apenas porque há que escolher aquele que, mandando, vai obedecer.

Estas eleições nunca deviam ter existido porque a instabilidade política foi o prego que rompeu a última bóia que nos sustinha. Essa sangria final aconteceu em Março, com o chumbo do PEC 4. Mas a ferida foi aberta antes: em 2009, com a constituição de um Governo minoritário. A responsabilidade maior por este fracasso que é ter a quinta eleição em dois anos não é dos que gritam todos os dias nas televisões: é de quem ficou calado; é do Presidente da República, que não tentou ou falhou que o Governo de 2009 fosse de coligação. Se o exige agora, é porque pode. Se o não exigiu então, foi porque não quis.

Cavaco Silva dará agora posse a um Governo com maioria absoluta, provavelmente de coligação. Fá-lo porque a troika manda. E porque os mercados exigem. Ainda ontem, as agências avisaram que cortam o "rating" a Portugal se não houver maioria absoluta no Parlamento. A três dias das eleições. Um aviso? Não: uma ameaça. Um condicionamento. A prova de que a democracia está vergada aos mercados financeiros. É-lhes temente. Está a desgraçar-se.

Por isso é preciso votar. A condição de eleitor é maior que a de credor. Para fazer parte da decisão colectiva. Para dar força ao próximo Parlamento. Para que os partidos estejam não só legitimados mas, sobretudo, comprometidos. Com o que têm de fazer. Com o que não podem repetir.

Portugal é um dos cacos de uma Europa partida. Nessa Europa, lideranças fracas passeiam a sua majestosa insegurança pelos corredores de instituições desavindas. Há dois cenários no euro para resolver a "questão". O primeiro é purificar o euro, o que levaria à exclusão da Grécia e de Portugal. É um cenário improvável - mas os políticos que o defendem estão a ganhar votos nos seus países. O segundo cenário é o de uma maior união política, que leva ao federalismo, em que os ricos são fortes e os pobres são fracos, num empobrecimento subsidiado.

Entre o cenário da desagregação e o da agregação, Portugal luta contra a sua própria segregação. Vamos eleger quem cremos que pode cumprir melhor o plano da troika, que é inevitável e necessário. Vai ter sucesso? Dificilmente. Mas é a estrada de sentido único. Se saltamos dela, outros a ocuparão. Quando, ontem, Trichet falou em Ministério das Finanças Europeu, pensa que falava de quê? De fazer dos nossos ministérios as suas direcções-gerais. Se isso vier a ser necessário (na Grécia já é a troika que despacha as privatizações), é porque desistiram de nós; é porque falhámos.

Não devíamos ter tido em 2009 um Governo que caísse em 2011. Mas estas estúpidas eleições são importantes. Em Portugal não se governará contra a troika, mas com ela. É a única forma de manter uma voz nesta algazarra em que se tornou a Europa.

É a democracia que está em causa, com pá ou sem pá. Votemos neles, votamos por nós.

psg@negocios.pt

Jornal de Negócios - Pedro Santos Guerreiro

domingo, maio 22, 2011

ENORG - 2011

O ENORG* - 2011 ocorreu em 21 de Maio na região de Palmela





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*Encontro Nacional dos Oficiais Reformados da Guarda

sábado, fevereiro 19, 2011

Cantares Alentejanos

Apreciem a beleza do Cante Alentejano, sobretudo o nº 44 - " Lá vai uma embarcação"

http://cantaresalentejanos.com.sapo.pt/index.html

terça-feira, fevereiro 08, 2011

domingo, janeiro 16, 2011

segunda-feira, outubro 18, 2010

A Raça do Alentejano



A RAÇA DO ALENTEJANO



Como é um alentejano?
É, assim, a modos que atravessado.
Nem é bem branco, nem preto, nem castanho, nem amarelo, nem vermelho....
E também não é bem judeu, nem bem cigano.
Como é que hei-de explicar?
É uma mistura disto tudo com uma pinga de azeite e uma côdea de pão.

Dos amarelos
, herdámos a filosofia oriental, a paciência de chinês e aquela paz interior do tipo "não há nada que me chateie";
dos pretos
, o gosto pela savana, por não fazer nada e pelos prazeres da vida;
dos judeus
, o humor cáustico e refinado e as anedotas curtas e autobiográficas; dos árabes, a pele curtida pelo sol do deserto e esse jeito especial de nos escarrancharmos nos camelos; dos ciganos, a esperteza de enganar os outros, convencendo-os de que são eles que nos estão a enganar a nós; dos brancos, o olhar intelectual de carneiro mal morto; e dos vermelhos, essa grande maluqueira de sermos todos iguais.

O alentejano, como se vê, mais do que uma raça pura, é uma raça apurada.

Ou melhor, uma caldeirada feita com os melhores ingredientes de cada uma das raças.
Não é fácil fazer um alentejano.
Por isso, há tão poucos.

É certo que os judeus são o povo eleito de Deus.
Mas os alentejanos têm uma enorme vantagem sobre os judeus:
nunca foram eleitos por ninguém, o que é o melhor certificado da sua qualidade.

Conhecem, por acaso, alguém que preste que já tenha sido eleito para alguma coisa?
Até o próprio Milton Friedman reconhece isso quando afirma que
«as qualidades necessárias para ser eleito são quase sempre o contrário das que se exigem para bem governar».

E já imaginaram o que seria o mundo governado por um alentejano?

Era um descanso
...

sexta-feira, outubro 08, 2010

domingo, outubro 03, 2010

Música nos pés!!!

Apanhado


Um dia destes ainda vamos ver um juiz a condenar alguém que foi apanhado a conduzir um carro com excesso de álcool (no estômago e não no porta-bagagens) ser condenado a inibição de carroças de burro durante três meses. Bem, o homem está com sorte, pode continuar a conduzir a carroça ou a andar de bicicleta sem motor bem bebido.


Infelizmente fiquei sem saber se a pena foi agravada porque a carroça era puxada por uma burra e não por um burro, o jornalista teve o cuidado de averiguar as "partes" do animal mas nada disse da relação entre aquelas e a pena. Uma curiosidade, a burra chama-se "Boneca".


Bem, como diria o Scolari, "e o burro sou eu?!".


Nota: Captura efectuada em "O Jumento", com a devida vénia.

quinta-feira, setembro 23, 2010

A minha próxima vida - Woody Allen


> Na minha próxima vida, quero viver de trás pra frente.

Começar morto, para despachar logo o assunto.

Depois, acordar num lar de idosos e ir-me sentindo melhor a cada dia que passa.

Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a reforma e começar a
trabalhar, recebendo logo um relógio de ouro no primeiro dia.

Trabalhar 40 anos, cada vez mais desenvolto e saudável, até ser jovem o suficiente para entrar na faculdade, embebedar-me diariamente e ser bastante promíscuo.

E depois, estar pronto para o secundário e para o primário, antes de me tornar criança e só brincar, sem responsabilidades.

Aí torno-me um bebé inocente até nascer.

Por fim, passo nove meses flutuando num "spa" de luxo, com aquecimento central, serviço de quarto à disposição e com um espaço maior por cada dia que passa, e depois - "Voilá!" - Desapareço num orgasmo."



Anedota, com um bêbedo muito observador...

Um grupo de anões resolve jogar futebol no domingo e alugam um campo.
Formadas as equipas, cada um pega no seu equipamento, quando reparam que o campo de futebol não tem balneário.
Resolvem então perguntar ao dono de uma tasca ao lado se podem utilizar a
casa de banho para trocar de roupa.
O dono diz que não há problema nenhum, e lá vão eles.
Entram todos na tasca, vão até à casa de banho, vestem-se e começam a sair da casa de banho.
Um bêbado, que estava sentado ao balcão, vê passar por ele a equipa azul.
Estranha, mas continua a beber.
Quando, ao fim de pouco tempo, vê passar a equipa de vermelho, vira-se para o dono do bar e diz :
- Eu não me quero meter ... mas os teus matraquilhos estão a dar à sola !...



quinta-feira, setembro 16, 2010

Imaginação Nipónica

Os direitos dos fumadores são totalmente respeitados mesmo em ambiente fechado.

Judeu falando com Deus

Muro das Lamentações

Judeu: Deus?
Deus:
Sim?
Judeu: Posso fazer uma
pergunta?
Deus:
Claro!
Judeu:
O que é um milhão de anos para você?
Deus:
Um segundo.
Judeu:
E um milhão de dólares?
Deus:
Um cêntimo.
Judeu:
Deus, você pode me dar um cêntimo?
Deus: Posso! Espere um segundo.

terça-feira, agosto 24, 2010

Primeiro dia de aulas

Tem humor e é actual!


e o que me parece é que não é humor, é previsão muito realista.... e não vai ser só em Portugal,não!....

Dentro de poucos anos, o primeiro dia de aulas em Portugal.

A professora, faz a chamada:


"Mustafá El-Ekhseri?????.??? Presente!
?Obamba Moluni??????...?..... Presente!
"Achmed El-Cabul"????.?.??. Presente!
"Evo Menchú"???????..?.?.. Presente!
"Yao Ming Chao"????????... Presente!
"Al Ber Tomar Tinsdi-As"???........ Ninguém responde

"Al Ber Tomar Tinsdi-As", volta a repetir a professora algo chateada ........... Ninguém responde


"Pela última vez: Al Ber Tomar Tinsdi-As",diz a professora bastante exaltada.

De repente levanta-se um miúdo e diz: "Devo ser eu professora, mas pronuncia-se: Alberto Martins Dias"


Saiu no Financial Times (maior jornal sobre economia do mundo).

Uma moça escreveu um email para o jornal pedindo dicas sobre "como
arrumar um marido rico".
Contudo, mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição
de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito
bem fundamentada. Sensacional!!

E-mail da MOÇA:

"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem
articulada e tenho classe. Estou querendo me casar com alguém que
ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano. Tem algum homem que
ganhe 500 mil ou mais neste jornal, ou alguma mulher casada com alguém
que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não
consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em
Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro
e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é
inteligente.
Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como
eu chego ao nível dela? (Raphaella S.)"


Resposta do editor do jornal:

"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu
caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou
tomando o seu tempo a toa...
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma: Visto da perspectiva
de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que
você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma
negociação simples, proposta clara, sem entrelinhas : Você entra com
sua beleza física e eu entro com o dinheiro.

Mas tem um problema.
Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia
acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará
aumentando.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu
sou um ativo rendendo dividendos. E você não somente sofre
depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre
aumenta!
Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos
próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no
futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou
um caco.
Isto é, hoje você está em 'alta', na época ideal de ser vendida, mas
não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la
como 'trading position' (posição para comercializar) e não como 'buy
and hold' (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um 'buy and hold')
com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim!
Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar.
Cogitar...Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão 'articulada,
com classe e maravilhosamente linda' seja você, eu, na condição de
provável futuro locatário dessa 'máquina', quero tão somente o que é
de praxe: fazer um 'test drive' antes de fechar o negócio...podemos
marcar?"

(Philip Stephens, associate editor of the Financial Times - USA)"


OBS.: Não é a toa que o cara ganha mais de US$ 500.000 por ano !



terça-feira, julho 20, 2010

O GOLF CHEGOU AO ALENTEJO !!!







Três Alentejanos reunidos tentam encontrar uma nova maneira de passar o tempo.

Diz um:
- Oh compadris, já chega de sueca e dominó. Tou farto disto!!
Diz outro:
- Atão e se fossemos jogar golfi ?
Pergunta o primeiro:
- Atão, oh! compadri, com'é quisso se joga ?
- É c'um pau, umas bolas e um buraco.
Responde o outro :

- Atão tá beim ; ê cá dou o pau.
Diz o segundo:
- Prontos ê cá dou as bolas.
Responde o terceiro :
- Cumpadres, ê cá nã jogo.










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PARA





























O Idiota

E não é alentejano, este! (Quem sabe?)
________________________________>
> Na minha aldeia, bem lá nas faldas da serra, um grupo de pessoas
> divertiam-se com o idiota lá da aldeia.
> Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
> Diariamente eles chamavam-lhe "o idiota" na taberna onde se reuniam e
> lhe ofereciam a escolha entre duas moedas: uma grande de 5 REIS e
> outra menor, de 25 REIS.
> Ele escolhia sempre a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos
> para todos.
> Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e perguntou-lhe se ainda
> não havia percebido que a moeda maior valia menos.
> 'Eu sei' - respondeu o tolo - 'Ela vale cinco vezes menos, mas no dia
> em que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e nunca mais irei
> ganhar a minha moeda'.
>
> ***
> Podem tirar-se varias conclusões dessa pequena narrativa.
>
> A primeira:
> Quem parece idiota, nem sempre é.
>
> A segunda:
> Quem eram os verdadeiros idiotas da historia?
>
> A terceira:
> Se for ganancioso, acaba por estragar a sua fonte de rendimento.
>
> A quarta e mais interessante é:
> A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm
> uma boa opinião a nosso respeito.
> Portanto, o que importa nao é o que pensam de nos, mas sim, quem
> realmente somos.
>
> Moral da Historia...
> ' O maior prazer de uma pessoa inteligente é fazer-se de idiota,
> diante de um idiota que julga ser inteligente'.



Nota: Enviado pelo Matita da Inguias. Obrigado!
>

domingo, julho 11, 2010

Para quem gosta de voar


GOSTAM DE VOAR ? VEJAM ESTE VIDEO. AUMENTEM O VOLUME PARA MAIS IMPACTO.


http://www.tubewatcher.tv/182


Ponham o ecran em full screen e liguem o som.
Depois da partida dos Alpes dirigir-se-ão para Oeste indo sobrevoar a baixa altitude o Vale do Loire passando mesmo por cima do Castelo de Chenonceau (sobre o Rio Cher) e logo de seguida à vertical dos telhados do Castelo de Chambord.

Caminhando para a Bretanha, ao Norte, vão ver o Mont-Saint-Michel e mais adiante, já na costa atlântica francesa de Albâtre, brancas formações rochosas na região das Falésias de Étretat, com o arco da falésia de Aval, e, pouco depois, sempre em direcção a Leste, praias do desembarque na Normandia e o memorial do cemitério americano da II GG, em Colleville-sur-Mer.

Finalmente, estarão muito próximo do litoral Sul mediterrânico e dos Pirenéus orientais sobrevoando no País dos Cataros, não longe de Carcassonne, as ruínas do Castelo-fortaleza de Peyrepertuse.

Quase no término do passeio, próximo de Nimes, serão surpreendidos pelo magnífico aqueduto romano conhecido como ponte sobre o rio Gard. Gard que é um dos afluentes do Ródano. O lago de Genebra ou Léman, é nem mais nem menos que um lago de passagem do Rodáno, o qual antes de atingir o mar banha duas cidades: Lyon e Avignon.

Espero que apreciem este vídeo – em alta definição – tanto como eu me deliciei ao vê-lo. Se a sua velocidade Internet for baixa, o vídeo pode sofrer pequenas paradas, mas, ainda assim, vale a pena ter alguma paciência...

Nota: Esta belezura foi-me enviada pelo meu Amigo Chartier Martins.

Obrigado!



quinta-feira, maio 27, 2010

Ferreira Fernandes no Diário de Notícias

«Ontem, Lula lançou a TV Brasil Internacional para África e disse que "esta é a minha televisão internacional." Ele não é meu presidente, nem vizinho, nem amigo, que me importam as propriedades dele? Lula também disse: "Nós queremos uma televisão pública que possa mostrar o Brasil lá fora como ele é." Não sou brasileiro, que me importa que se saiba, "lá fora", como o Brasil é? Quero mesmo responder. Que me importa? Importa-me, sim: estou encantado. A TV Brasil Internacional vai transmitir, só em português, sem legendas noutras línguas. Não é como os taxistas de Joanesburgo, que sabem pedacinhos de inglês, pedacinhos de afrikaans, e se vê que não falam, traduzem o que lhes vai na cabeça em xhosa ou zulu, consoante ele for xhosa ou zulu. Não, as transmissões da "televisão de Lula" vão ser em português, aquela que é falada, sem tradução, por qualquer miúdo de Benguela ou de Luanda. Daí o meu encanto. Seja, é televisão de Lula. Seja, é propaganda do Brasil. Mas o que me importa são os dividendos que estou a cobrar. As emissões do Brasil para chegarem ao continente africano passam por cima de São Tomé. A terra natal de Almada Negreiros. O poeta tem um verso sobre o que diz o bebé, ao nascer: "Mãe, vou viajar." Assim está a minha língua, viaja. E eu com ela. » [DN]

Nota: Retirado de O Jumento, com a devida vénia.

domingo, maio 23, 2010

Veteranos da GNR - Encontro anual

Decorreu ontem, 22 de Maio, o Encontro Anual dos Oficiais da GNR em situação de aposentação.
O mesmo teve lugar na QUINTA DE AZINHAIS, nos arredores de Tomar e foram anfitriões os respectivos proprietários, RUI ESCUDEIRO e sua elegantíssima ESPOSA.

Esperando boleia no Campo Grande


Deu tempo para uma auto-foto com o Afonso Henriques em fundo

Na Praça da República, Tomar, - frente a Gualdim Pais

Já na Quinta de Azinhais

Em plena Quinta de Azinhais, em marcha de aproximação

Os salgadinhos esperavam-nos

Um Rancho Folclórico deliciou-nos

A Roda da Triste viuvinha que não tem com quem casar

Uma pose com o Veterano Pitxioqui, antes do repasto

As mesas esperam-nos

Outro aspecto da sala

O Spiker dá início aos trabalhos

Uma pausa após o almoço

Aspecto da mesa mais divertida

A boa disposição também reina por estes lados

Aqui estamos um pouco mais sérios, mas felizes

Pose do Mestre de Equitação numa pausa do exercício

Em pleno exercício de "Pê-A-Pê"

Nas boxes, acariciando um arreio

Um "Infanteiro" à porta da Cudelaria
Foi um dia cheio de emoções fortes em que a amizade e a saudade se apoderaram de todos os convivas, que dali partiram satisfeitos pelo reencontro de antigos camaradas dedicados a uma causa comum: a Defesa do Prestígio da GNR.

sábado, abril 10, 2010

Coro dos Escravos

Maravilhosa apresentação o Coro dos Escravos da Op. Nabuco de Joseppe Verdi.

http://www.youtube.com/watch_popup?v=4BZSqtqr8Qk

quarta-feira, abril 07, 2010

quinta-feira, abril 01, 2010

Absolutamento INCRÍVEL !


Leia antes de assistir ao vídeo.

Isto é quase inacreditável.
Esta incrível máquina foi construída como um esforço colaborativo entre o Robert M. Trammell Music Conservatory e Sharon Wick School of Engenharia da Universidade de Iowa ..

Surpreendentemente, 97% dos componentes de máquinas vieram da John Deere Industries and Irrigation Equipamentos de Bancroft, Iowa...
Sim equipamentos agrícolas!

Veja como todas as bolas caem nos cones.
A equipa gastou 13.029 horas entre set-up, alinhamento, calibragem e ajustes antes de filmar este vídeo, mas como você pode vê-lo valeu a pena o esforço.

Ela agora está em exibição no Matthew Gerhard Alumni Hall, na Universidade e já está programado para ser doado ao Smithsonian.


A Pergunta fica no ar e é oportuna.

Essa pergunta foi a vencedora num congresso sobre vida sustentável.

"Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"
!



Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro da própria casa e recebe o exemplo dos seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...