sábado, maio 11, 2013

SERÁ POSSÍVEL ??????

PASMEM!!!

 Assunto: Parece mas não é "brincadeira"... Depois das fundações, tínhamo-nos esquecido dos observatórios...

Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde

Observatório nacional de saúde

Observatório português dos sistemas de saúde

Observatório da doença e morbilidade (...se só para a saúde são 3 para a doença 1 é pouco!!!)

Observatório vida

Observatório do ordenamento do território

Observatório do comércio

Observatório da imigração

Observatório para os assuntos da família

Observatório permanente da juventude

Observatório nacional da droga e toxicodependência

Observatório europeu da droga e toxicodependência

Observatório geopolítico das drogas (...mais 3 !!!)

Observatório do ambiente

Observatório das ciências e tecnologias

Observatório do turismo

Observatório para a igualdade de oportunidades

Observatório da imprensa

Observatório das ciências e do ensino superior

Observatório dos estudantes do ensino superior

Observatório da comunicação

Observatório das actividades culturais

Observatório local da Guarda

Observatório de inserção profissional

Observatório do emprego e formação profissional (...???)

Observatório nacional dos recursos humanos

Observatório regional de Leiria(...o que é que esta gente fará ??)

Observatório sub-regional da Batalha (...deve observar o que o de Leiria deveria fazer ??)

Observatório permanente do ensino secundário

Observatório permanente da justiça

Observatório estatístico de Oeiras (...deve ser para observar o SATU !!!)

Observatório da criação de empresas

Observatório do emprego em Portugal (...este é mesmo brincadeira !!!)

Observatório português para o desemprego (...este deve ser para "espiar" o anterior !!!)

Observatório Mcom

Observatório têxtil

Observatório da neologia do português(...importante para os acordos "Brasilaicos-Portuenses" e mudar a Estória deste Brasilogal !!!)

Observatório de segurança

Observatório do desenvolvimento do Alentejo (...este deve ser para criar o tal deserto do Sr. "jamé" !!!)

Observatório de cheias (...lol...lol...)

Observatório das secas (...boa...)

Observatório da sociedade de informação

Observatório da inovação e conhecimento

Observatório da qualidade dos serviços de informação e conhecimento(...mais 3 !!!)

Observatório das regiões em reestruturação

Observatório das artes e tradições

Observatório de festas e património

Observatório dos apoios educativos

Observatório da globalização

Observatório do endividamento dos consumidores (...serão da DECO ??)

Observatório do sul Europeu

Observatório europeu das relações profissionais

Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal (...o que é estes fazem ???)

Observatório europeu do racismo e xenofobia

Observatório para as crenças religiosas (...gerido pelo Patriarcado com dinheiros públicos ???)

Observatório dos territórios rurais

Observatório dos mercados agrícolas

Observatório dos mercados rurais (...espetacular)

Observatório virtual da astrofísica

Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais (...valha-nos a virgem !!!)

Observatório da segurança rodoviária

Observatório das prisões portuguesas

Observatório nacional dos diabetes

Observatório de políticas de educação e de contextos educativos

Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira (lol...lol...)

Observatório estatístico

Observatório dos tarifários e das telecomunicações (...este não existe !!! é mesmo tacho !!!)

Observatório da natureza

Observatório qualidade (...de quê??)

Observatório quantidade (...este deve observar a corrupção descarada)

Observatório da literatura e da literacia

Observatório nacional para o analfabetismo e iliteracia

Observatório da inteligência económica (hé! hé!! hé!!!)

Observatório para a integração de pessoas com deficiência

Observatório da competitividade e qualidade de vida

Observatório nacional das profissões de desporto

Observatório das ciências do 1º ciclo

Observatório das ciências do 2º ciclo (...será que a Troika mandou fechar os do 3º, 4º e 5º ciclos)

Observatório nacional da dança

Observatório da língua portuguesa

Observatório de entradas na vida activa

Observatório europeu do sul

Observatório de biologia e sociedade

Observatório sobre o racismo e intolerância

Observatório permanente das organizações escolares

Observatório médico

Observatório solar e heliosférico

Observatório do sistema de aviação civil (...o que é este gente fará ??)

Observatório da cidadania

Observatório da segurança nas profissões

Observatório da comunicação local(...e estes ???)

Observatório jornalismo electrónico e multimédia

Observatório urbano do eixo atlântico (...minha nossa senhora !!!)

Observatório robótico

Observatório permanente da segurança do Porto (...e se para cada cidade fosse criado um ? !!!)

Observatório do fogo (...que raio de observação !!)

Observatório da comunicação (Obercom)

Observatório da qualidade do ar(...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz já isto ???)

Observatório do centro de pensamento de política internacional

Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais (...este é bom !!! com o nosso desenvolvimento aero-espacial !!!)

Observatório europeu das PME

Observatório da restauração

Observatório de Timor Leste

Observatório de reumatologia

Observatório da censura

Observatório do design

Observatório da economia mundial

Observatório do mercado de arroz

Observatório da DGV

Observatório de neologismos do português europeu

Observatório para a educação sexual

Observatório para a reabilitação urbana

Observatório para a gestão de áreas protegidas

Observatório europeu da sismologia (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz isto também ???)

Observatório nacional das doenças reumáticas

Observatório da caça

Observatório da habitação

Observatório Alzheimer

Observatório magnético de Coimbra





Pergunta: O que é que toda esta gente observa ? Tornou o País melhor ???

segunda-feira, abril 01, 2013

Mudaram o nome ao cabrito

 «José Emílio moreira, presidente da Câmara de Monção quis, à viva força, que o prato típico da terra, a foda, fosse certificada tal e qual é conhecido o cabrito assado no forno da terra. O processo começou há mais de dois anos e foi difícil convencer o autarca de que a lei não é suscetível a tradições e que, como tal, a "foda" teria de cair caso quisesse continuar com o processo.

Venceu o braço mais forte da lei. Ana Paula Vale, vice--presidente da Escola Agrária de Ponte de Lima é, também, a responsável pelo trabalho de investigação e certificação. "O nome do prato pode manter-se nas ementas dos restaurantes e continuar a ser conhecido localmente desse modo, mas a Lei não permite nomes obscenos, logo, tivemos de encontrar um termo que não ferisse suscetibilidades", explicou. Assim, "e porque não se trata de anho e nem é muito bem cabrito", tomou o nome de cordeiro "até pela sua ligação à Páscoa", prosseguiu.

A origem do nome não é consensual. Há quem conte que alguns criadores cobriam a forragem de sal para os animais encherem a barriga de água e, no dia de feira, parecerem gordos. Quem não conhecia a tramoia e comprava os bichos dizia dias depois: "Mais uma foda!". Outra corrente diz que, empanturrados de cabrito, alguns maridos diriam à mulher que o prato seria melhor que a dita.» [Jornal de Notícias]
   
Parecer:
Por deferência e com a devida vénia a Sua Exª o Diretor Geral do JUMENTO

sexta-feira, março 29, 2013

O Homem dos Camelos

A

Como alguém dizia " A Vida Não Se Aprende Nos Livros ".
                                  " Sabedoria Não É Conhecimento Livresco ".




 Vamos lá a fazer bem as contas!!!!
Um homem, que tinha 17 camelos e 3 filhos, morreu.
Quando o testamento foi aberto, dizia que metade dos camelos ficaria para o filho mais velho, um terço para o segundo e um nono para o terceiro.

O que fazer?

Eram dezassete camelos; como dar metade ao mais velho? Um dos animais deveria ser cortado ao meio?
Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro.
É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático.
Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução ? matemática é matemática.

Então alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que saiba de camelos não de matemática".
Procuraram assim o Sheik, homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber de experiência feito.

Contaram-lhe o problema.

O velho riu e disse: "É muito simples, não se preocupem".

Emprestou um dos seus camelos - eram agora 18 - e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito. Ao segundo coube a terça parte (seis camelos) e ao terceiro filho, foram dados dois camelos (a nona parte). Sobrou um camelo: o que foi emprestado.

O velho pegou seu camelo de volta e disse: "Agora podem ir".

Esta
 história foi contada no livro "Palavras de fogo", de Rajneesh e serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição.

Ele conclui dizendo:
"A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição. A cultura é abstracta, a sabedoria é terrena; a erudição são palavras e a sabedoria é experiência."

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

quarta-feira, fevereiro 13, 2013

Uma boa ração servida por O JUMENTO

Com a devida vénia transcrevo a semanada de O Jumento
  Terça-feira, Fevereiro 12, 2013

Os amigos do BPN

O caso do BPN ilustra bem o que é corrupção em Portugal, como as nossas elites se comportam como proxenetas, como a justiça é uma farsa e como parece haver uma conspiração de gente bem instalada na capital do país a viver à custa do povo português.

É evidente que um dia destes o país acompanhará com o maior interesse o grande julgamento do caso BPN, os magistrados lá estarão com aquele ar de estátuas do Palácio de São Bento, os senhores do Ministério Público, os tais que têm um sindicato patrocinado pelos banqueiros, vão aparecer com aquele ar justiceiro que já lhes conhecemos e os fotógrafos vão se amarfanhar para conseguir fotografar o grande burlão, o doente, idoso e gasto Oliveira e Costa.

De Oliveira e Costa ninguém vai dizer que foi um dos rapazes que ajudou Cavaco Silva a fazer a rodagem do BX, que sem o actual Presidente da República nunca teria saído do anonimato, que uma boa parte da capital negociou com ele e com alguns artistas que ainda estão no activo os famosos perdões fiscais e que enquanto foi secretário de Estado acumulou as responsabilidade pelas despesas e receitas estatais com as do PSD onde desempenhava as funções de tesoureiro. A confusão terá sido tão grande que quando deixou a parceria governamental com Cavaco Silva passou de modesto cidadão a poderoso banqueiro e sócio de Dias Loureiro.

O Dias Loureiro teve a arte e o engenho de escapar, andou a bronzear-se em Cabo Verde e ao que consta já anda por aí, tomando o pequeno almoço em hotéis de luxo da capital ou passando o réveillon no Copacabana Palace na companhia de um outro banqueiro também com passagem por Cabo Verde, que entretanto se fez doutor e chegou a ministro.

E é a isto que se resume o caso BPN, sete mil milhões, um culpado e um inocente. O inocente está de boa saúde, o culpado faz lembrar um daqueles velhos cavalos usados pelos picadores nas corridas de touros à espanhola, são cavalo velhos destinados a serem sacrificados e que não sobrevivem a meia dúzia de espectáculos degradantes. Oliveira e Costa já não era o banqueiro bajulado que enchia as páginas da revista do Expresso contando o seu caso de sucesso, ou o sócio de Dias Loureiro que dominava uma imensa teia de relacionamentos envolvendo governos, centenas de autarquias e classe política da direita à esquerda.

Este Oliveira e Costa e os seus parceiros já não convidam personalidades vip do nosso país, como o actual presidente do Tribunal de Contas, para administradores não executivos dos bancos da SLN, como era o caso do banco EFISA, uma das heranças do BPN para os contribuintes portugueses.

O caso BPN foi muito mais do que o Oliveira e Costa, o Dias Loureiro ou o Franquelim, foram centenas de personalidades que ganharam uma pequena quota dos sete mil milhões que os portugueses estão a pagar em subsídios, ainda por cima acusados de terem consumido demais por parceiros políticos dos vigaristas. São centenas ou mesmo milhares de personalidades que ganharam com o BPN, ganharam com negócios manhosos envolvendo acções não cotadas, ganharam com créditos fáceis, a juros baixos e sem garantias, ganharam em negócios envolvendo autarcas e governantes, ganharam vendendo sistemas de comunicações, ganharam com os muitos negócios envolvendo as empresas do grupo SLN.

Há gente da esquerda, do centro e da direita pois nem o Oliveira e Costa, nem o Dias Loureiro são burros, souberam untar as mãos de muitas gente, têm “irmãos” à esquerda e à direita, laços familiares com várias famílias políticas e quase conseguiam juntar a Opus Dei e a maçonaria nas mesmas administrações.

A maior vigarice no caso BPN já nem está nos sete mil milhões, está sim na forma com as elites da nossa nação se juntaram para roubar o país e o povo e agora ainda gastam o dinheiro dos contribuintes para fazerem encenações julgando aquele que faz de boi da piranha, o boi atirado ás piranhas para que a manada passe o rio tranquilamente. Quem faz parte da nossa elite política e que não ganhou com o BPN ou com a SLN que levante o dedo.

sábado, fevereiro 02, 2013

E este "democrata"


Sábado, Fevereiro 02, 2013

Boicotar o Ulrich e o BPI é um duplo dever cívico

A opinião do boche Ulrich vale tanto quando a de qualquer desempregado ou emigrante ucraniano que tenha adquirido a nacionalidade portuguesa, aliás, no caso do emigrante ucraniano até podemos dizer que veio para cá trabalhar enquanto o suor dos Ulrich de Hamburgo sempre cheirou a dinheiro.

De um ponto de vista académico a opinião do senhor Ulrich, ou dr. Ulrich como parece gostar de ser tratado pelos jornalistas, vale menos do que a do nosso Artur da ONU, a verdade é que o Artur ainda é licenciado, coisa que o Ulrich não é. Portanto quando o senhor Ulrich fala de economia equivale a ouvir um canalizador dissertar sobre arte contemporânea.

De um ponto de vista cívico o senhor Ulrich não tem uma carreira que lhe permita falar com ares de quem é um senador da República, tanto quanto se sabe sempre falou em nome de interesses financeiros e tem o mau hábito de confundir com facilidade os interesses dos portugueses com as suas expectativas de prémios e remunerações que espera receber no fim do ano.

O país não deve nada ao senhor Ulrich, ele é que deve muito ao país e aos contribuintes pois se não fosse o dinheiro destes estaria agora na fila do centro de emprego. Se não fosse o investimento do dinheiro dos contribuintes usado na recapitalização do banco para compensar a sua incompetência enquanto gestor o seu banco estaria agora à venda pelo melhor preço. A verdade é que o Sr. Ulrich tinha um banco incapaz de assumir os riscos resultantes dos seus investimentos especulativos em dívida grega. O senhor Ulrich que tanto gosta de dar raspanetes ao país pôs em risco o dinheiro dos seus accionistas e clientes em investimentos cujos riscos se veio a saber não terem cobertura.

Se o país não deve nada ao senhor Ulrich, se a sua opinião não vale a ponta de um chavelho. Se o senhor não é propriamente o líder de uma ONG e muito menos um benfeitor, então porque tem a mania de dar lições ao país, de defender que todo um povo pode sofrer como sem abrigos? Como se explica que uma besta quadrada destas tenha tanta audiência junto da comunicação social?

A resposta é simples e resume-se a uma palavra: CORRUPÇÃO.

O senhor Ulrich dá-se ao luxo de se armar em parvo quando lhe apetece e ser notícia de primeira página porque vivemos num sistema corrupto e enquanto “dono” da massa o senhor Ulrich está no topo de uma pirâmide alimentar que é um sistema político que se alimenta de corrupção. Os banqueiros compram publicidade com a mesma facilidade com que compram políticos, vivemos num país onde jornalistas e políticos disputam a vez para lamberem os ditos aos banqueiros. É por isso que os banqueiros dizem os que lhe apetece e não há um único político que ouse dizer uma única palavra contra.

O que o senhor Ulrich está fazendo é usar o imenso poder que tem para apoiar uma política que o favorece, está usando o seu poder para manipular opiniões e condicionar o curso da democracia portuguesa. Cada cidadão tem direito aa um voto, mas neste sistema altamente corrupto o senhor Ulrich vale tantos votos quantos os que conseguir influenciar com a sua imensa máquina de comunicação.

O senhor Ulrich é um furúnculo na democracia portuguesa, por isso deve ser lancetado, o pus deve ser extraído e a ferida devidamente infectada antes que se propague a todo o sistema e a democracia mora de septicemia. Boicotar o senhor Ulrich e o seu BPI já é mais do que um dever cívico de qualquer cidadão que ame a democracia e o seu país, é também uma questão de higiene pública. Boicotar o senhor Ulrich é o equivalente a recolher a caca do cão quando vamos passear o bicho à rua, é velar pela higiene pública.

Publicada por Jumento à(s) 12:30 5 Commentários e 0 Reacções Hiperligações para esta mensagem

sexta-feira, janeiro 25, 2013

A Democracia tem destas coisas!!!...


Parece, mas não é "brincadeira"...
Depois das fundações, tínhamos esquecido os observatórios...:
Falta aqui um. Observatório dos observatórios, observados e não observados... por favor criem-no, JÁ!!!!!!

Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde
Observatório nacional de saúde
Observatório português dos sistemas de saúde
Observatório da doença e morbilidade (...se só para a saúde são 3, para a doença 1 é pouco!!!)

Observatório vida
Observatório do ordenamento do território
Observatório do comércio
Observatório da imigração
Observatório para os assuntos da família
Observatório permanente da juventude
Observatório nacional da droga e toxicodependência
Observatório europeu da droga e toxicodependência
Observatório geopolítico das drogas (...mais 3 !!!)
Observatório do ambiente
Observatório das ciências e tecnologias
Observatório do turismo
Observatório para a igualdade de oportunidades
Observatório da imprensa
Observatório das ciências e do ensino superior
Observatório dos estudantes do ensino superior
Observatório da comunicação
Observatório das actividades culturais
Observatório local da Guarda
Observatório de inserção profissional
Observatório do emprego e formação profissional(...???)
Observatório nacional dos recursos humanos
Observatório regional de Leiria (...o que é que esta gente fará ??)
Observatório sub-regional da Batalha (...deve observar o que o de Leiria deveria fazer ??)
Observatório permanente do ensino secundário
Observatório permanente da justiça
Observatório estatístico de Oeiras (...deve ser para observar o SATU !!!)
Observatório da criação de empresas
Observatório do emprego em Portugal (...este é mesmo brincadeira !!!)
Observatório português para o desemprego (...este deve ser para "espiar" o anterior !!!)
Observatório Mcom
Observatório têxtil
Observatório da neologia do português(...importante para os acordos "Brasilaicos-Portuenses" e mudar a Estória deste Brasilogal !!!)
Observatório de segurança
Observatório do desenvolvimento do Alentejo (...este deve ser para criar o tal deserto do Sr. "jamais" !!!)
Observatório de cheias (...lol...lol...)
Observatório das secas (...boa...)
Observatório da sociedade de informação
Observatório da inovação e conhecimento
Observatório da qualidade dos serviços de informação e conhecimento(...mais 3 !!!)
Observatório das regiões em reestruturação
Observatório das artes e tradições
Observatório de festas e património
Observatório dos apoios educativos
Observatório da globalização
Observatório do endividamento dos consumidores(...serão da DECO ??)
Observatório do sul Europeu
Observatório europeu das relações profissionais
Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal (...o que é estes fazem ???)
Observatório europeu do racismo e xenofobia
Observatório para as crenças religiosas (...gerido pelo Patriarcado com dinheiros públicos ???)
Observatório dos territórios rurais
Observatório dos mercados agrícolas
Observatório dos mercados rurais (...espectacular)
Observatório virtual da astrofísica
Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais (...valha-nos a virgem !!!)
Observatório da segurança rodoviária
Observatório das prisões portuguesas
Observatório nacional dos diabetes
Observatório de políticas de educação e de contextos educativos
Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira (lol...lol...)
Observatório estatístico
Observatório dos tarifários e das telecomunicações(...este não existe !!! é mesmo tacho !!!)
Observatório da natureza
Observatório da qualidade (...de quê??)
Observatório da quantidade (...este deve observar a corrupção descarada)
Observatório da literatura e da literacia
Observatório nacional para o analfabetismo e iliteracia
Observatório da inteligência económica (hé! hé!! hé!!!)
Observatório para a integração de pessoas com deficiência
Observatório da competitividade e qualidade de vida
Observatório nacional das profissões de desporto
Observatório das ciências do 1º ciclo
Observatório das ciências do 2º ciclo (...será que a Troika mandou fechar os do 3º, 4º e 5º ciclos)
Observatório nacional da dança
Observatório da língua portuguesa
Observatório de entradas na vida activa
Observatório europeu do sul
Observatório de biologia e sociedade
Observatório sobre o racismo e intolerância
Observatório permanente das organizações escolares
Observatório médico
Observatório solar e heliosférico
Observatório do sistema de aviação civil (...o que é que esta gente fará ??)
Observatório da cidadania
Observatório da segurança nas profissões
Observatório da comunicação local (...e estes ???)
Observatório jornalismo electrónico e multimédia
Observatório urbano do eixo atlântico (...minha nossa senhora !!!)
Observatório robótico
Observatório permanente da segurança do Porto (...e se cada cidade fosse criado um !!!)
Observatório do fogo (...que raio de observação !!)
Observatório da comunicação (Obercom)
Observatório da qualidade do ar(...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz já isto ???)
Observatório do centro de pensamento de política internacional
Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais (...este é bom !!! com o nosso desenvolvimento aero-espacial !!!)
Observatório europeu das PME
Observatório da restauração
Observatório de Timor Leste
Observatório de reumatologia
Observatório da censura
Observatório do design
Observatório da economia mundial
Observatório do mercado de arroz
Observatório da DGV
Observatório de neologismos do português europeu
Observatório para a educação sexual
Observatório para a reabilitação urbana
Observatório para a gestão de áreas protegidas
Observatório europeu da sismologia (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz isto também ???)
Observatório nacional das doenças reumáticas
Observatório da caça
Observatório da habitação
Observatório Alzheimer
Observatório magnético de Coimbra



Pergunta: O que é que toda esta gente observa,para além da conta bancária todos os meses?
Tornou o País melhor???

António Campos 
18:56 (há 19 minutos)

quarta-feira, janeiro 16, 2013

sexta-feira, dezembro 28, 2012

Aproxima-se o Novo Ano - 2013

O número treze é considerado número de azar para as culturas ocidentais. Nós não acreditamos em bruxas, mas "nuetros hermanos dicem que las ai!"
Porém vamos confiantes fazer votos por que o Novo Ano de 2013 seja bom, com saúde, amizade e Paz entre todos os seres humanos: é o que desejo a todos os meus amigos.

terça-feira, novembro 20, 2012

Os irmãos metralhas

Cavaco, com Passos Coelho à sua esquerda, Relvas, Couto dos Santos à direita de Cavaco e a seguir Marcelo



quarta-feira, novembro 07, 2012

Dedução


Dedução

E Deus fez a mulher...
Houve harmonia no paraíso.

O diabo vendo isso resolveu complicar...

Deus deu à mulher cabelos sedosos e esvoaçantes.
O diabo deu pontas duplas e ressequidas.

Deus deu à mulher seios firmes e bonitos.
O diabo fê-los crescer e cair.

Deus deu à mulher um corpo esbelto e provocante.
O diabo inventou a celulite e as estrias.

Deus deu à mulher músculos perfeitos.
E o diabo cobriu-os com lipogliceridos.

Deus deu à mulher uma voz suave, doce e melodiosa.
O diabo fê-la falar demais.

Deus deu à mulher um andar elegante.
O diabo investiu no sapato de salto alto.

Então Deus deu à mulher infinita beleza interior.
E o diabo fez o homem perceber só o lado de fora.

Deus fez a mulher ficar maravilhosa aos 30, vibrante e gostosa aos 45.
O diabo deu de presente a menopausa aos 50...

Só pode haver uma explicação para tudo isso:

O cabrão do diabo só pode ser GAY !!!




segunda-feira, novembro 05, 2012

O anti-poeta ou poeta menor

E sabermos que este pobre escrevinhador recebeu um dos maiores prémios portugueses por uma tradução, dá pena!
"Isto é mesmo uma choldra!", diria Dom Carlos I, rei de Portugal.

Um bom artigo de Nicolau Santos

quarta-feira, outubro 24, 2012

Não mudou mesmo nada!


"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora,
aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias,
sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice,
pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;
um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom,
e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que
um lampejo misterioso da alma nacional,
reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula,
não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha,
sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima,
descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas,
capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação,
da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo;
este criado de quarto do moderador; e este, finalmente,
tornado absoluto pela abdicação unânime do País.

A justiça ao arbítrio da Política,
torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.

Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções,
incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos,
iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero,
e não se malgando e fundindo, apesar disso,
pela razão que alguém deu no parlamento,
de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."

Guerra Junqueiro, 1896.

sexta-feira, setembro 14, 2012

Um texto engraçado, real e adaptado ao tempo que vivemos

Quarta-feira, 1 2 .09.1 2


"Vão-se foder"

Descobri este texto de uma portuguesa de 32 anos, uma cidadã que diz o que sente e pensa a partir da sexta-feira passada. É um texto impressionante, que vivamente recomendo. Leiam, por favor, até ao fim.

"Vão-se foder.

Na adolescência usamos vernáculo porque é “fixe”. Depois deixamo-nos disso. Aos 32 sinto-me novamente no direito de usar vernáculo, quando realmente me apetece e neste momento apetece-me dizer: Vão-se foder!
Trabalho há 11 anos. Sempre por conta de outrém. Comecei numa micro empresa portuguesa e mudei-me para um gigante multinacional.
Acreditei, desde sempre, que fruto do meu trabalho, esforço, dedicação e também, quando necessário, resistência à frustração alcançaria os meus objectivos. E, pasmese, foi verdade. Aos 32 anos trabalho na minha área de formação, feliz com o que faço e com um ordenado superior à média do que será o das pessoas da minha idade.
Por isso explico já, o que vou escrever tem pouco (mas tem alguma coisa) a ver comigo. Vivo bem, não sou rica. Os meus subsídios de férias e Natal servem exactamente para isso: para ir de férias e para comprar prendas de Natal. Janto fora, passo fins-de-semana com amigos, dou-me a pequenos luxos aqui e ali. Mas faço as minhas contas, controlo o meu orçamento, não faço tudo o que quero e sempre fui educada a poupar.
Vivo, com a satisfação de poder aproveitar o lado bom da vida fruto do meu trabalho e de um ordenado que batalhei para ter.
Sou uma pessoa de muitas convicções, às vezes até caio nalgumas antagónicas que nem eu sei resolver muito bem. Convivo com simpatia por IDEIAS que vão da esquerda à direita. Posso “bater palmas” ao do CDS, como posso estar no dia seguinte a fazer uma vénia a comunistas num tema diferente, mas como sou pouco dado a extremismos sempre fui votando ao centro. Mas de IDEIAS senhores, estamos todos fartos. O que nós queríamos mesmo era ACÇÕES, e sobre as acções que tenho visto só tenho uma coisa a dizer: vão-se foder. Todos. De uma ponta à outra. Desde que este pequeno, mas maravilhoso país se descobriu de corda na garganta com dívidas para a vida nunca me insurgi. Ouvi, informei-me aqui e ali. Percebi.
Nunca fui a uma manifestação. Levaram-me metade do subsídio de Natal e eu não me queixei. Perante amigos e família mais indignados fiz o papel de corno
conformado: “tem que ser”, “todos temos que ajudar”, “vamos levar este país para a frente”. Cheguei a considerar que certas greves eram uma verdadeira afronta a um país que precisava era de suor e esforço. Sim, eu era assim antes de 6ª feira. Agora, hoje, só tenho uma coisa para vos dizer: Vão-se foder.
Matam-nos a esperança.
Onde é que estão os cortes na despesa? Porque é que o 1º Ministro nunca perdeu 30 minutos da sua vida, antes de um jogo de futebol, para nos vir explicar como é que anda a cortar nas gorduras do estado? O que é que vai fazer sobre funcionários de certas empresas que recebem subsídios diários por aparecerem no trabalho (vulgo subsídios de assiduidade)?… É permitido rir neste parte. Em quanto é que andou a cortar nos subsídios para fundações de carácter mais do que duvidoso, especialmentecom a crise que atravessa o país? Quando é que páram de mamar grandes empresas à conta de PPP’s que até ao mais distraído do cidadão não passam despercebidas?
Quando é que acaba com regalias insultosas para uma cambada de deputados, eleitos pelo povo crédulo, que vão sentar os seus reais rabos (quando lá aparecem) para vomitar demagogias em que já ninguém acredita?
Perdoem-me a chantagem emocional senhores ministros, assessores, secretários e demais personagem eleitos ou boys desta vida, mas os pneus dos vossos BMW’s davam para alimentar as crianças do nosso país (que ainda não é em África) que chegam hoje em dia à escola sem um pedaço de pão de bucho. Por isso, se o tempo é de crise, comecem a andar de opel corsa, porque eu que trabalho há 11 anos e acho que crédito é coisa de ricos, ainda não passei dessa fasquia.
E para terminar, um “par” de considerações sobre o vosso anúncio de 6ª feira.
Estou na dúvida se o fizeram por real lata ou por um desconhecimento profundo do país que governam.
Aumenta-me em mais de 60% a minha contribuição para a segurança social, não é?
No meu caso isso equivale a subsídio e meio e não “a um subsído”. Esse dinheiro vai para onde que ninguém me explicou? Para a puta de uma reforma que eu nunca vou receber? Ou para pagar o salário dos administradores da CGD?
Baixam a TSU das empresas. Clap, clap, clap… Uma vénia!
Vocês, que sentam o já acima mencionado real rabo nesses gabinetes, sabem o que se passa no neste país? Mas acham que as empresas estão a crescer e desesperadas por dinheiro para criar postos de trabalho? A sério? Vão-se foder.
As pequenas empresas vão poder respirar com essa medida. E não despedir mais umou dois.
As grandes, as dos milhões? Essas vão agarrar no relatório e contas pôr lá um
proveito inesperado e distribuir mais dividendos aos accionistas. Ou no vosso mundo as empresas privadas são a Santa Casa da Misericórdia e vão já já a correr criar postos de trabalho só porque o Estado considera a actual taxa de desemprego um flagelo? Que o é.
A sério… Em que país vivem? Vão-se foder.
Mas querem o benefício da dúvida? Eu dou-vos:
1º Provem-me que os meus 7% vão para a minha reforma. Se quiserem até o guardo eu no meu PPR.
2º Criem quotas para novos postos de trabalho que as empresas vão criar com esta medida. E olhem, até vos dou esta ideia de graça: as empresas que não cumprirem tem que devolver os mais de 5% que vai poupar. Vai ser uma belo negócio para o Estado… Digo-vos eu que estou no mundo real de onde vocês parecem, infelizmente, tão longe.
Termino dizendo que me sinto pela primeira vez profundamente triste. Por isso vos digo que até a mim, resistente, realista, lutadora, compreensiva… Até a mim me mataram a esperança.
Talvez me vá embora. Talvez pondere com imensa pena e uma enorme dor no
coração deixar para trás o país onde tanto gosto de viver, o trabalho que tanto gosto de fazer, a família que amo, os amigos que me acompanham, onde pensava brevemente ter filhos, mas olhem… Contas feitas, aqui neste t2 onde vivemos, levaram-nos o dinheiro de um infantário.
Talvez vá. E levo comigo os meus impostos e uma pena imensa por quem tem que cá ficar.
Por isso, do alto dos meus 32 anos digo: Vão-se foder"

tags: crise, economia, política

Domingos Amaral às 19:06
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sexta-feira, agosto 24, 2012

terça-feira, maio 22, 2012

O "GEURO" e, já agora, o "PEURO"

O Deutshe Bank propõe que a Grécia adote o "GEURO" enquanto a crise não se define, de modo a poder mais tarde voltar ao EURO.
Dentro do mesmo raciocínio Portugal poderá adotar o "PEURO", para poder fazer a sua engenharia financeira e depois voltar ao EURO, já fortalecido e com pernas para andar.
Enfim, estes economistas são uns engenhocas e brincam com o pagode. E tudo isto porque a UE é um gigante com pés de barro, criado de cima para baixo: Quem perguntou às populações se queriam aderir à CEE, como seria lógico que tivesse acontecido? E depois ao EURO, novamente a construção de cima para baixo. Não houve esclarecimento nem debate sobre o assunto.
Espíritos iluminados decidiram e aí vai o rebanho. Agora tem o resultado!

sexta-feira, maio 18, 2012

EÇA e a CRISE

1872 2011


1872 Portugal e a Grécia 2011

!!! … 139 anos depois … !!!

Eça de Queirós escreveu em 1872

"Nós estamos num estado comparável apenas à Grécia: a mesma pobreza, a mesma indignidade política, a mesma trapalhada económica, a mesmo baixeza de carácter, a mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se em paralelo, a Grécia e Portugal"

(in As Farpas)

1872 … !!! Verdadeiramente impressionante !!! …2011

1/5

Eça de Queirós sempre actual “Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição” “Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição. Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações. A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse. A política é uma arma, em todos os pontos revolta pelas vontades contraditórias; ali dominam as más paixões; ali luta-se pela avidez do ganho ou pelo gozo da vaidade; ali há a postergação dos princípios e o desprezo dos sentimentos; ali há a abdicação de tudo o que o homem tem na alma de nobre, de generoso, de grande, de racional e de justo; em volta daquela arena enxameiam os aventureiros inteligentes, os grandes vaidosos, os especuladores ásperos; há a tristeza e a miséria; dentro há a corrupção, o patrono, o privilégio. A refrega é dura; combate-se, atraiçoa-se, brada-se, foge-se, destrói-se, corrompe-se. Todos os desperdícios, todas as violências, todas as indignidades se entrechocam ali com dor e com raiva. À escalada sobem todos os homens inteligentes, nervosos, ambiciosos (...) todos querem penetrar na arena, ambiciosos dos espectáculos cortesãos, ávidos de consideração e de dinheiro, insaciáveis dos gozos da vaidade.” Eça de Queiroz, in 'Distrito de Évora” (1867)

2/5

Política de acaso, política de compadrio, política de expediente

3/5

Portugal e a crise “Que fazer? Que esperar? Portugal tem atravessado crises igualmente más: - mas nelas nunca nos faltaram nem homens de valor e carácter, nem dinheiro ou crédito. Hoje crédito não temos, dinheiro também não - pelo menos o Estado não tem: - e homens não os há, ou os raros que há são postos na sombra pela política. De sorte que esta crise me parece a pior - e sem cura.” Eça de Queirós, in “Correspondência” (1891)

4/5

“ … somos um povo sem poderes iniciadores, bons para ser tutelados … “ “Diz-se geralmente que, em Portugal, o público tem ideia de que o Governo deve fazer tudo, pensar em tudo, iniciar tudo: tira-se daqui a conclusão que somos um povo sem poderes iniciadores, bons para ser tutelados, indignos de uma larga liberdade, e inaptos para a independência. A nossa pobreza relativa é atribuída a este hábito político e social de depender para tudo do Governo, e de volver constantemente as mãos e os olhos para ele como para uma Providência sempre presente.” In “Citações e Pensamentos” de Eça de Queirós».

José Maria de Eça de Queirós

Povoa de Varzim - 25 de Novembro de 1845

Paris - 16 de Agosto de 1900

Setembro – 2011 5/5

sexta-feira, fevereiro 24, 2012

Antúrios





Planta perene, semi-herbácea, com 0,30 a 1,0m de altura, originária da América do Sul.

Suas folhagens são muito ornamentais, com folhas grandes e verdes. As inflorescências são espigas, protegidas por folhas modificadas (espata) de cores diversas (vermelha, rosa ou branca)
A flor do antúrio, na verdade, é bem pequena, alcançando o tamanho da cabeça de um alfinete. A parte colorida e exótica, que normalmente achamos que é a flor, na verdade é uma inflorescência, ou seja, o conjunto formado pela espádice – espiga onde brotam as minúsculas flores – e espata do antúrio – a bráctea colorida, ou a folha modificada. As verdadeiras flores do antúrio são os pontinhos amarelos que brotam na espiga.
Esta peculiaridade é um artifício da natureza: quando as flores são pouco significativas, a natureza produz folhas modificadas ou brácteas coloridas para atrair insetos e outros agentes polinizadores. Isso também ocorre com as flores do bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima) e da primavera (Bougainvillea spectabilis), por exemplo.

Mas o antúrio não impressiona apenas pela beleza da inflorescência. Suas folhas em formato de coração (codiformes), que variam de tamanho dependendo da espécie, são extremamente exóticas. Em algumas espécies, podem ser até mais atraentes que as inflorescências, bons exemplos disso são o Anthurium crystallium e o Anthurium magnificum que apresentam as nervuras em tons contrastantes, resultando em verdadeiros desenhos nas folhas.

Pertencente à família das Aráceas – que reúne cerca de 600 espécies, todas originárias da América Tropical – o antúrio é uma das espécies mais famosas da família. Suas espatas podem apresentar cores que vão do mais puro branco até o vermelho intenso, incluindo vários tons de rosa, salmão, verde e até marrom.


Algumas espécies são bem populares no Brasil, como o Anthurium andreanum – chamado de “paleta-de-pintor” e o Anthurium scherzeranum, conhecido como “flor-de-flamingo”, por apresentar a espádice recurvada, lembrando a forma do flamingo.

Cultivo: -Quem deseja cultivar antúrios, pode ficar tranqüilo: é uma planta de fácil cultivo, que não dá trabalho e nem requer muitos cuidados. O primeiro passo é escolher um local sombreado para a planta, pois o excesso de sol é prejudicial ao antúrio. Procure deixar a planta à meia-sombra, isto é em locais com boa luminosidade, mas sem que receba os raios solares diretamente.


O antúrio é uma planta tropical muito tradicional do paisagismo brasileiro. Seu significado está relacionado ao luxo, à autoridade e à exuberância. Imponente, essa bela flor é capaz de se adaptar aos mais diferentes ambientes e, quando bem-cuidada, pode florir no ano todo.
Além de fazer sucesso em arranjos de mesa e decorações de eventos, o antúrio pode ser plantado no solo, em canteiros ou vasos, e são ótimas pedidas para incrementar a sala, o terraço ou o jardim. Os cuidados com a planta são simples, mas o resultado é de encher os olhos.

A flor do antúrio não é exatamente o que costumamos considerar. Na verdade, a flor desta planta é bem pequena, são apenas aquelas bolinhas ou pontos amarelados que nascem na espádice, aquela espiga central. A parte colorida, que costumamos chamar de flor, é uma inflorescência, ou seja, o conjunto formado pela espádice, ou espiga, e a espata, folhas modificadas pela própria natureza para atrair insetos e outros agentes polinizadores.
As cores dessas inflorescências vão do branco ao vermelho, incluindo o rosa, o salmão, o verde e o marrom. As folhas do antúrio também chamam muita atenção. As folhas costumam ser grandes e largas, e o formato lembra um coração. Além da enorme diversidade de cores, é possível encontrar inúmeros tipos de antúrio. Uma das principais diferenças é o tamanho. No mercado, tanto podemos encontrar esse tipo de planta com 20 cm de altura, quanto outras que atingem 1,5 m.
Beleza e durabilidade: -A exuberância do antúrio costuma ser bastante explorada nos arranjos florais e nas decorações de eventos. Mas este não é o único motivo. A flor tem grande durabilidade. Quando bem-cuidado, um arranjo de antúrio verde, por exemplo, pode continuar praticamente intacto após 20 dias.

A beleza dessa flor é bastante utilizada nos enfeites exóticos e nas por se tratar de uma planta de meia-luz, o antúrio precisa ser plantado, preferencialmente, em um local de boa luminosidade, mas sem luz direta do sol. Caso o plantio seja em vaso, vale deixar perto da janela. Pouca luz do sol pela manhã, ou no fim da tarde, é desejável.


Solo: quando plantar ou replantar, a mistura ideal é a seguinte: uma parte de terra comum de jardim, outra parte de terra vegetal, e duas partes de composto orgânico. O ideal é transplantar a planta anualmente, para retirar o excesso de minerais que não foram absorvidos. Priorize os vasos de barro.
Água: - o antúrio gosta de umidade.Regue com abundância uma vez por semana. No caso dos vasos, evite deixar água no prato. Isso faz com que as raízes fiquem encharcadas e apodreçam. Quando possível, coloque o vaso na chuva. Nos dias mais quentes, borrife água nas folhas com o auxílio de um pulverizador para manter o brilho.


Toda a planta é tóxica e seu princípio ativo é o Oxalato de cálcio.

Sintomalogia: -A mastigação da sua folha provoca irritação e edema nas mucosas da boca, faringe e laringe. Nos casos mais graves, pode causar náuseas e vômitos, sensação de queimação, salivação abundante, dificuldade de engolir e asfixia; o contato com os olhos pode provocar irritação e lesão da córnea.

Tratamento: O tratamento inicial dos sintomas é feito com a ingestão de leite e água e medicação sintomática.

sábado, setembro 24, 2011

De O Jumento, com a devida vénia



Jumento do dia



Cavaco Silva



Parece que Cavaco tem azar com as vacas e com os Açores, depois da última reflexão sobre a ordena das vacas fez agora rir o país à gargalhada com o seu ar embevecido a falar do sorriso das vacas olhando para o prado verdejante. Quanto à sua ida aos Açores a coisa não é melhor, da última vez que lá foi faleceu José Saramago e fez a figura que toda a gente sabe e desta vez pouco mais ficou do que o sorriso das vacas e mais a declaração do costume, que ninguém está imune aos sacrifícios.

Que ninguém está imune aos sacrifícios todos sabemos que é uma mentira já gasta, o que não se entende é que em tempos de crise o Presidente da República faça viagens para falar do sorriso das vacas e se faça acompanhar de uma autêntica corte, onde nem falta um mordomo. Além de não ser tempo para estas mordomias medievais próprias de um monarca dos tempos do ouro do Brasil, a figura triste que o Estado faz com um presidente a viajar com a sua corte para fazer reflexões sobre o estado psicológicos das vacas e um primeiro-ministro a viajar em classe económica para Nova Iorque.

Por favor, não gozem com este pobre país.

«Cavaco Silva está em visita oficial aos Açores desde terça-feira e, além da sua mulher, acompanham o Presidente da República mais 30 pessoas, ao longo de cinco dias.

Da lista oficial a que o PÚBLICO teve acesso, constam o chefe da casa civil do Presidente, Nunes Liberato, também acompanhado pela mulher, quatro assessores, dois consultores, um para os assuntos políticos e outro para a comunicação social, e cerca de uma dúzia de elementos do corpo de segurança, entre eles dois sargentos, um tenente-coronel, um subintendente e cinco agentes principais. Mas da comitiva do Presidente fazem parte também dois fotógrafos oficiais, um médico pessoal, uma enfermeira, dois bagageiros e até um mordomo.

Na chegada ao arquipélago açoriano, questionado sobre o buraco orçamental das contas madeirenses, Cavaco foi parco em palavras, mas reiterou o que já afirmou várias vezes: "Ninguém está imune aos sacrifícios." O Presidente e a sua comitiva têm agendado para amanhã o regresso a Lisboa.» [Público via CC]

sexta-feira, setembro 16, 2011

Humilhação

A humilhação




Ouvir uma ministra do governo francês dizer que vais mandar uns técnicos à Grécia para ajudar este país a ter uma administração fiscal (ou o que quer que seja) digna desse nome deveria encher de vergonha não só qualquer grego como qualquer europeu. Da mesma forma, ver alguns países europeus com museus cheios de peças pilhadas na Grécia exigir garantias financeiras a este país na hora em que atravessa uma grave crise deveria motivar-nos indignação.




Parece que alguns países do norte da Europa, entre os quais alguns novos-ricos como a Finlândia, exigem ao sul da Europa é a humilhação, os velhos bárbaros invadem-nos agora com um euro traiçoeiro que nos obriga a ajoelhar-nos perante as suas condições.



É cada vez mais evidente que a Europa está sem líderes à altura e muitos países são governados por uma nova geração de políticos sem qualquer visão histórica e que condicionam o processo de integração europeia a meras sondagens eleitorais. Com o argumento do respeito pela vontade dos seus eleitores ou do dinheiro dos seus contribuintes estão condicionando as soluções às motivações mais egoístas, aos sentimentos mais retrógrados das suas maiorias eleitorais ignorantes.



Sem uma liderança europeia à altura das circunstâncias, de que o Durão Barros é o exemplo mais patético, resta-nos o sentido da dignidade enquanto Nação, mas se isso implica fazer sacrifícios colectivos em nome do país implica um modelo de governação diferente, capaz de mobilizar a maioria dos portugueses e que tenha por base um contrato social que assegure não só uma repartição dos sacrifícios por todos os portugueses, como uma distribuição equitativa dos resultados.



Infelizmente não da disto está sucedendo, as elites empresariais estão aproveitando a crise para conseguir o modelo de relações laborais do tempo em que tinham uma polícia política para assegurar a submissão dos trabalhadores, alguns dos que mais lições de moral dão ao país empanturram os tribunais com recursos para adiarem o pagamento de impostos e como se isso não bastasse ainda instalam as suas holdings noutros países onde pagam menos impostos, a autonomia permitiu que uma região pratique um autêntico proxenetismo financeiro.



Por onde andam os bem pensantes que em tempos promoveram um manifesto defendendo um governo de unidade? Conquistada a maioria absoluta remeteram-se ao silêncio e agora concluíram que tal á não é necessário e que os problemas se resolvem com bordoada. Um deles até já defende uma constituição por referendo, se calhar até já tem uns livrecos preparados para serem publicitados nos altifalantes do Pingo Doce, como sucedeu durante as legislativas quando os velhinhos que iam às compras ouviam todos os dias um empregado do Soares dos Santos perguntar-lhes se sabiam se iriam ter pensão de reforma ao mesmo tempo que lhes sugeria a compra de um borda d’agua da sua fundação.



O país está transformado numa serva onde a regra é o salve-se quem puder, uns pagam mais impostos e recebem menos salários, outros aguardam ansiosos pela redução da TSU e já fazem contas a quanto vão ganhar com as águas privatizadas ao preço da uva mijona. A troco do enriquecimento fácil proporcionado pela crise financeira está a perder-se o sentido da vergonha, troca-se a soberania por uma redução da TSU ou por um lote de acções da GALP, troa-se o sentido de Nação por uma conta numa qualquer off-shore.



Deveríamos ter vergonha enquanto portugueses, somos cobardes como nunca fomos, somos subservientes como nunca sucedeu na nossa história, somos demasiado pequeninos para sermos dignos do povo que fomos.


terça-feira, julho 12, 2011

Diria Claro como água



Raciocínio simples


Se hoje um ataque às agências de rating é uma forma de defender o interesse nacional, os que no passado as defenderam e apaparicaram prejudicando o país traíram a sua pátria. Muitos dos que hoje se armam em grandes defensores do interesse nacional não passam de traidores oportunistas.

Comentário interessante a uma entrevista medíocre

Terça-feira, Julho 12, 2011



Pobre Europa




Assistir a uma entrevista dada por Durão Barroso a uma televisão é um exercício deprimente e ajuda a reconhecer as verdadeiras causas e a real dimensão da crise europeia. O líder da Comissão Europeia fala de economia com linguagem de cavador (como uma vez Sousa Franco disse de Jorge Coelho), tem um discurso sem dimensão intelectual e cheio de banalidades, revela-se um político pequeno e mesquinho ao falar de assuntos domésticos ignorando a sua posição e tratando o país como um galinheiro.




Quando um líder da Comissão ignora o desmoronamento da zona euro e concentra a sua atenção na austeridade num dos mais pequenos países da Europa percebemos que o mal não está nas agências de rating como os oportunistas tentam agora fazer crer. O problema está na vulnerabilidade de uma Europa sem líderes à altura que perante as consequências da sua inércia reagem à Cavaco Silva, depois de terem imposto programas de austeridade a três países descobrem que o mal é de as agências de rating serem americanas, disfarçam a incompetência com nacionalismos, um velho truque usado por políticos sem estatura.



É fácil dizer agora que a nacionalização do BPN foi um erro posição que até deverá estar certa, mas quando a fraude conduzida pelo núcleo do cavaquismo conduziu o banco à falência ninguém, além do PCP e do BE questionou tal decisão. Foi benéfica para os banqueiros que mais tarde se juntaram para recusar crédito ao Estado, foi uma bênção para os cavaquistas da SLN que assim transferiram para os contribuintes os prejuízos provocados pelas suas tropelias e foi do agrado de uma Europa que apelava ao investimento público para delimitar os prejuízos da crise do sub prime e até levantou o limite aos défices estabelecido na zona euro.



É a falta de visão de dirigentes europeus, mais preocupados com o seu cargo e em manter as mordomias que conquistaram, que está a conduzir a Europa à maior crise da história da União Europeia. Gente pequena que não hesitou em empobrecer os cidadãos de três ou quatro países que vergonhosamente chamam periféricos, que para não questionarem os grandes interesses europeus destruíram décadas de esforços para aumentar a coesão social.



Durão Barroso não foi grande coisa enquanto militante do MRPP, da sua passagem como secretário de Estado só ficou para a história uma manta da TAP, foi um primeiro-ministro incompetente e que acabou a esconder o défice com vendas de património e de dívidas fiscais à banca e como presidente da Comissão Europeia não passa de um dano colateral da invasão do Iraque, operação militar que apoiou com base em factos que sabia ou tinha fortes razões para pensar que eram mentira e graças à qual conseguiu apoios para ultrapassar António Vitorino e ficar com o cargo de presidente da Comissão Europeia.

sexta-feira, junho 03, 2011

O voto contra a ameaça













































03-06-2011 11:38 - O voto contra a ameaça



Está criada a percepção de que o próximo Governo vai ser o capataz da troika. Essa percepção é correcta. O programa de contrapartidas é tão exigente e até irrealista nos prazos que "governar" será eufemismo para "cumprir", e "implementar" será uma forma elegante de dizer "combater" - combater a resistência passiva e activa de todos aqueles que perdem direitos ou o conforto da previsibilidade. Mas esta percepção não pode gerar outra, a de que votar é irrelevante, inconsequente, inútil. Não é. E não apenas porque há que escolher aquele que, mandando, vai obedecer.

Estas eleições nunca deviam ter existido porque a instabilidade política foi o prego que rompeu a última bóia que nos sustinha. Essa sangria final aconteceu em Março, com o chumbo do PEC 4. Mas a ferida foi aberta antes: em 2009, com a constituição de um Governo minoritário. A responsabilidade maior por este fracasso que é ter a quinta eleição em dois anos não é dos que gritam todos os dias nas televisões: é de quem ficou calado; é do Presidente da República, que não tentou ou falhou que o Governo de 2009 fosse de coligação. Se o exige agora, é porque pode. Se o não exigiu então, foi porque não quis.

Cavaco Silva dará agora posse a um Governo com maioria absoluta, provavelmente de coligação. Fá-lo porque a troika manda. E porque os mercados exigem. Ainda ontem, as agências avisaram que cortam o "rating" a Portugal se não houver maioria absoluta no Parlamento. A três dias das eleições. Um aviso? Não: uma ameaça. Um condicionamento. A prova de que a democracia está vergada aos mercados financeiros. É-lhes temente. Está a desgraçar-se.

Por isso é preciso votar. A condição de eleitor é maior que a de credor. Para fazer parte da decisão colectiva. Para dar força ao próximo Parlamento. Para que os partidos estejam não só legitimados mas, sobretudo, comprometidos. Com o que têm de fazer. Com o que não podem repetir.

Portugal é um dos cacos de uma Europa partida. Nessa Europa, lideranças fracas passeiam a sua majestosa insegurança pelos corredores de instituições desavindas. Há dois cenários no euro para resolver a "questão". O primeiro é purificar o euro, o que levaria à exclusão da Grécia e de Portugal. É um cenário improvável - mas os políticos que o defendem estão a ganhar votos nos seus países. O segundo cenário é o de uma maior união política, que leva ao federalismo, em que os ricos são fortes e os pobres são fracos, num empobrecimento subsidiado.

Entre o cenário da desagregação e o da agregação, Portugal luta contra a sua própria segregação. Vamos eleger quem cremos que pode cumprir melhor o plano da troika, que é inevitável e necessário. Vai ter sucesso? Dificilmente. Mas é a estrada de sentido único. Se saltamos dela, outros a ocuparão. Quando, ontem, Trichet falou em Ministério das Finanças Europeu, pensa que falava de quê? De fazer dos nossos ministérios as suas direcções-gerais. Se isso vier a ser necessário (na Grécia já é a troika que despacha as privatizações), é porque desistiram de nós; é porque falhámos.

Não devíamos ter tido em 2009 um Governo que caísse em 2011. Mas estas estúpidas eleições são importantes. Em Portugal não se governará contra a troika, mas com ela. É a única forma de manter uma voz nesta algazarra em que se tornou a Europa.

É a democracia que está em causa, com pá ou sem pá. Votemos neles, votamos por nós.

psg@negocios.pt

Jornal de Negócios - Pedro Santos Guerreiro