Pergunta: O que é que toda esta gente observa ? Tornou o País melhor ???
sábado, maio 11, 2013
SERÁ POSSÍVEL ??????
Pergunta: O que é que toda esta gente observa ? Tornou o País melhor ???
segunda-feira, abril 22, 2013
segunda-feira, abril 01, 2013
Mudaram o nome ao cabrito
«José Emílio moreira, presidente da Câmara de Monção quis, à viva força, que o prato típico da terra, a foda, fosse certificada tal e qual é conhecido o cabrito assado no forno da terra. O processo começou há mais de dois anos e foi difícil convencer o autarca de que a lei não é suscetível a tradições e que, como tal, a "foda" teria de cair caso quisesse continuar com o processo.Venceu o braço mais forte da lei. Ana Paula Vale, vice--presidente da Escola Agrária de Ponte de Lima é, também, a responsável pelo trabalho de investigação e certificação. "O nome do prato pode manter-se nas ementas dos restaurantes e continuar a ser conhecido localmente desse modo, mas a Lei não permite nomes obscenos, logo, tivemos de encontrar um termo que não ferisse suscetibilidades", explicou. Assim, "e porque não se trata de anho e nem é muito bem cabrito", tomou o nome de cordeiro "até pela sua ligação à Páscoa", prosseguiu.
A origem do nome não é consensual. Há quem conte que alguns criadores cobriam a forragem de sal para os animais encherem a barriga de água e, no dia de feira, parecerem gordos. Quem não conhecia a tramoia e comprava os bichos dizia dias depois: "Mais uma foda!". Outra corrente diz que, empanturrados de cabrito, alguns maridos diriam à mulher que o prato seria melhor que a dita.» [Jornal de Notícias]
sexta-feira, março 29, 2013
O Homem dos Camelos
Como alguém dizia " A Vida Não Se Aprende Nos Livros ".
Vamos lá a fazer bem as contas!!!!
Quando o testamento foi aberto, dizia que metade dos camelos ficaria para o filho mais velho, um terço para o segundo e um nono para o terceiro.
O que fazer?
Eram dezassete camelos; como dar metade ao mais velho? Um dos animais deveria ser cortado ao meio?
Tal não iria resolver, porque um terço deveria ser dado ao segundo filho. E a nona parte ao terceiro.
É claro que os filhos correram em busca do homem mais erudito da cidade, o estudioso, o matemático.
Ele raciocinou muito e não conseguiu encontrar a solução ? matemática é matemática.
Então alguém sugeriu: "É melhor procurarem alguém que saiba de camelos não de matemática".
Procuraram assim o Sheik, homem bastante idoso e inculto, mas com muito saber de experiência feito.
Contaram-lhe o problema.
O velho riu e disse: "É muito simples, não se preocupem".
Emprestou um dos seus camelos - eram agora 18 - e depois fez a divisão. Nove foram dados ao primeiro filho, que ficou satisfeito. Ao segundo coube a terça parte (seis camelos) e ao terceiro filho, foram dados dois camelos (a nona parte). Sobrou um camelo: o que foi emprestado.
O velho pegou seu camelo de volta e disse: "Agora podem ir".
Esta história foi contada no livro "Palavras de fogo", de Rajneesh e serve para ilustrar a diferença entre a sabedoria e a erudição.
Ele conclui dizendo:
"A sabedoria é prática, o que não acontece com a erudição. A cultura é abstracta, a sabedoria é terrena; a erudição são palavras e a sabedoria é experiência."
sábado, fevereiro 23, 2013
quarta-feira, fevereiro 20, 2013
quarta-feira, fevereiro 13, 2013
Uma boa ração servida por O JUMENTO
Terça-feira, Fevereiro 12, 2013
Os amigos do BPN
O caso do BPN ilustra bem o que é corrupção em Portugal, como as nossas elites se comportam como proxenetas, como a justiça é uma farsa e como parece haver uma conspiração de gente bem instalada na capital do país a viver à custa do povo português.
É evidente que um dia destes o país acompanhará com o maior interesse o grande julgamento do caso BPN, os magistrados lá estarão com aquele ar de estátuas do Palácio de São Bento, os senhores do Ministério Público, os tais que têm um sindicato patrocinado pelos banqueiros, vão aparecer com aquele ar justiceiro que já lhes conhecemos e os fotógrafos vão se amarfanhar para conseguir fotografar o grande burlão, o doente, idoso e gasto Oliveira e Costa.
De Oliveira e Costa ninguém vai dizer que foi um dos rapazes que ajudou Cavaco Silva a fazer a rodagem do BX, que sem o actual Presidente da República nunca teria saído do anonimato, que uma boa parte da capital negociou com ele e com alguns artistas que ainda estão no activo os famosos perdões fiscais e que enquanto foi secretário de Estado acumulou as responsabilidade pelas despesas e receitas estatais com as do PSD onde desempenhava as funções de tesoureiro. A confusão terá sido tão grande que quando deixou a parceria governamental com Cavaco Silva passou de modesto cidadão a poderoso banqueiro e sócio de Dias Loureiro.
O Dias Loureiro teve a arte e o engenho de escapar, andou a bronzear-se em Cabo Verde e ao que consta já anda por aí, tomando o pequeno almoço em hotéis de luxo da capital ou passando o réveillon no Copacabana Palace na companhia de um outro banqueiro também com passagem por Cabo Verde, que entretanto se fez doutor e chegou a ministro.
E é a isto que se resume o caso BPN, sete mil milhões, um culpado e um inocente. O inocente está de boa saúde, o culpado faz lembrar um daqueles velhos cavalos usados pelos picadores nas corridas de touros à espanhola, são cavalo velhos destinados a serem sacrificados e que não sobrevivem a meia dúzia de espectáculos degradantes. Oliveira e Costa já não era o banqueiro bajulado que enchia as páginas da revista do Expresso contando o seu caso de sucesso, ou o sócio de Dias Loureiro que dominava uma imensa teia de relacionamentos envolvendo governos, centenas de autarquias e classe política da direita à esquerda.
Este Oliveira e Costa e os seus parceiros já não convidam personalidades vip do nosso país, como o actual presidente do Tribunal de Contas, para administradores não executivos dos bancos da SLN, como era o caso do banco EFISA, uma das heranças do BPN para os contribuintes portugueses.
O caso BPN foi muito mais do que o Oliveira e Costa, o Dias Loureiro ou o Franquelim, foram centenas de personalidades que ganharam uma pequena quota dos sete mil milhões que os portugueses estão a pagar em subsídios, ainda por cima acusados de terem consumido demais por parceiros políticos dos vigaristas. São centenas ou mesmo milhares de personalidades que ganharam com o BPN, ganharam com negócios manhosos envolvendo acções não cotadas, ganharam com créditos fáceis, a juros baixos e sem garantias, ganharam em negócios envolvendo autarcas e governantes, ganharam vendendo sistemas de comunicações, ganharam com os muitos negócios envolvendo as empresas do grupo SLN.
Há gente da esquerda, do centro e da direita pois nem o Oliveira e Costa, nem o Dias Loureiro são burros, souberam untar as mãos de muitas gente, têm “irmãos” à esquerda e à direita, laços familiares com várias famílias políticas e quase conseguiam juntar a Opus Dei e a maçonaria nas mesmas administrações.
A maior vigarice no caso BPN já nem está nos sete mil milhões, está sim na forma com as elites da nossa nação se juntaram para roubar o país e o povo e agora ainda gastam o dinheiro dos contribuintes para fazerem encenações julgando aquele que faz de boi da piranha, o boi atirado ás piranhas para que a manada passe o rio tranquilamente. Quem faz parte da nossa elite política e que não ganhou com o BPN ou com a SLN que levante o dedo.
sábado, fevereiro 02, 2013
E este "democrata"
Sábado, Fevereiro 02, 2013
Boicotar o Ulrich e o BPI é um duplo dever cívico
A opinião do boche Ulrich vale tanto quando a de qualquer desempregado ou emigrante ucraniano que tenha adquirido a nacionalidade portuguesa, aliás, no caso do emigrante ucraniano até podemos dizer que veio para cá trabalhar enquanto o suor dos Ulrich de Hamburgo sempre cheirou a dinheiro.
De um ponto de vista académico a opinião do senhor Ulrich, ou dr. Ulrich como parece gostar de ser tratado pelos jornalistas, vale menos do que a do nosso Artur da ONU, a verdade é que o Artur ainda é licenciado, coisa que o Ulrich não é. Portanto quando o senhor Ulrich fala de economia equivale a ouvir um canalizador dissertar sobre arte contemporânea.
De um ponto de vista cívico o senhor Ulrich não tem uma carreira que lhe permita falar com ares de quem é um senador da República, tanto quanto se sabe sempre falou em nome de interesses financeiros e tem o mau hábito de confundir com facilidade os interesses dos portugueses com as suas expectativas de prémios e remunerações que espera receber no fim do ano.
O país não deve nada ao senhor Ulrich, ele é que deve muito ao país e aos contribuintes pois se não fosse o dinheiro destes estaria agora na fila do centro de emprego. Se não fosse o investimento do dinheiro dos contribuintes usado na recapitalização do banco para compensar a sua incompetência enquanto gestor o seu banco estaria agora à venda pelo melhor preço. A verdade é que o Sr. Ulrich tinha um banco incapaz de assumir os riscos resultantes dos seus investimentos especulativos em dívida grega. O senhor Ulrich que tanto gosta de dar raspanetes ao país pôs em risco o dinheiro dos seus accionistas e clientes em investimentos cujos riscos se veio a saber não terem cobertura.
Se o país não deve nada ao senhor Ulrich, se a sua opinião não vale a ponta de um chavelho. Se o senhor não é propriamente o líder de uma ONG e muito menos um benfeitor, então porque tem a mania de dar lições ao país, de defender que todo um povo pode sofrer como sem abrigos? Como se explica que uma besta quadrada destas tenha tanta audiência junto da comunicação social?
A resposta é simples e resume-se a uma palavra: CORRUPÇÃO.
O senhor Ulrich dá-se ao luxo de se armar em parvo quando lhe apetece e ser notícia de primeira página porque vivemos num sistema corrupto e enquanto “dono” da massa o senhor Ulrich está no topo de uma pirâmide alimentar que é um sistema político que se alimenta de corrupção. Os banqueiros compram publicidade com a mesma facilidade com que compram políticos, vivemos num país onde jornalistas e políticos disputam a vez para lamberem os ditos aos banqueiros. É por isso que os banqueiros dizem os que lhe apetece e não há um único político que ouse dizer uma única palavra contra.
O que o senhor Ulrich está fazendo é usar o imenso poder que tem para apoiar uma política que o favorece, está usando o seu poder para manipular opiniões e condicionar o curso da democracia portuguesa. Cada cidadão tem direito aa um voto, mas neste sistema altamente corrupto o senhor Ulrich vale tantos votos quantos os que conseguir influenciar com a sua imensa máquina de comunicação.
O senhor Ulrich é um furúnculo na democracia portuguesa, por isso deve ser lancetado, o pus deve ser extraído e a ferida devidamente infectada antes que se propague a todo o sistema e a democracia mora de septicemia. Boicotar o senhor Ulrich e o seu BPI já é mais do que um dever cívico de qualquer cidadão que ame a democracia e o seu país, é também uma questão de higiene pública. Boicotar o senhor Ulrich é o equivalente a recolher a caca do cão quando vamos passear o bicho à rua, é velar pela higiene pública.
Publicada por Jumento à(s) 12:30 5 Commentários e 0 Reacções Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, janeiro 25, 2013
A Democracia tem destas coisas!!!...
Observatório do medicamentos e dos produtos da saúde Observatório nacional de saúde Observatório português dos sistemas de saúde Observatório da doença e morbilidade (...se só para a saúde são 3, para a doença 1 é pouco!!!) Observatório vida Observatório do ordenamento do território Observatório do comércio Observatório da imigração Observatório para os assuntos da família Observatório permanente da juventude Observatório nacional da droga e toxicodependência Observatório europeu da droga e toxicodependência Observatório geopolítico das drogas (...mais 3 !!!) Observatório do ambiente Observatório das ciências e tecnologias Observatório do turismo Observatório para a igualdade de oportunidades Observatório da imprensa Observatório das ciências e do ensino superior Observatório dos estudantes do ensino superior Observatório da comunicação Observatório das actividades culturais Observatório local da Guarda Observatório de inserção profissional Observatório do emprego e formação profissional(...???) Observatório nacional dos recursos humanos Observatório regional de Leiria (...o que é que esta gente fará ??) Observatório sub-regional da Batalha (...deve observar o que o de Leiria deveria fazer ??) Observatório permanente do ensino secundário Observatório permanente da justiça Observatório estatístico de Oeiras (...deve ser para observar o SATU !!!) Observatório da criação de empresas Observatório do emprego em Portugal (...este é mesmo brincadeira !!!) Observatório português para o desemprego (...este deve ser para "espiar" o anterior !!!) Observatório Mcom Observatório têxtil Observatório da neologia do português(...importante para os acordos "Brasilaicos-Portuenses" e mudar a Estória deste Brasilogal !!!) Observatório de segurança Observatório do desenvolvimento do Alentejo (...este deve ser para criar o tal deserto do Sr. "jamais" !!!) Observatório de cheias (...lol...lol...) Observatório das secas (...boa...) Observatório da sociedade de informação Observatório da inovação e conhecimento Observatório da qualidade dos serviços de informação e conhecimento(...mais 3 !!!) Observatório das regiões em reestruturação Observatório das artes e tradições Observatório de festas e património Observatório dos apoios educativos Observatório da globalização Observatório do endividamento dos consumidores(...serão da DECO ??) Observatório do sul Europeu Observatório europeu das relações profissionais Observatório transfronteiriço Espanha-Portugal (...o que é estes fazem ???) Observatório europeu do racismo e xenofobia Observatório para as crenças religiosas (...gerido pelo Patriarcado com dinheiros públicos ???) Observatório dos territórios rurais Observatório dos mercados agrícolas Observatório dos mercados rurais (...espectacular) Observatório virtual da astrofísica Observatório nacional dos sistemas multimunicipais e municipais (...valha-nos a virgem !!!) Observatório da segurança rodoviária Observatório das prisões portuguesas Observatório nacional dos diabetes Observatório de políticas de educação e de contextos educativos Observatório ibérico do acompanhamento do problema da degradação dos povoamentos de sobreiro e azinheira (lol...lol...) Observatório estatístico Observatório dos tarifários e das telecomunicações(...este não existe !!! é mesmo tacho !!!) Observatório da natureza Observatório da qualidade (...de quê??) Observatório da quantidade (...este deve observar a corrupção descarada) Observatório da literatura e da literacia Observatório nacional para o analfabetismo e iliteracia Observatório da inteligência económica (hé! hé!! hé!!!) Observatório para a integração de pessoas com deficiência Observatório da competitividade e qualidade de vida Observatório nacional das profissões de desporto Observatório das ciências do 1º ciclo Observatório das ciências do 2º ciclo (...será que a Troika mandou fechar os do 3º, 4º e 5º ciclos) Observatório nacional da dança Observatório da língua portuguesa Observatório de entradas na vida activa Observatório europeu do sul Observatório de biologia e sociedade Observatório sobre o racismo e intolerância Observatório permanente das organizações escolares Observatório médico Observatório solar e heliosférico Observatório do sistema de aviação civil (...o que é que esta gente fará ??) Observatório da cidadania Observatório da segurança nas profissões Observatório da comunicação local (...e estes ???) Observatório jornalismo electrónico e multimédia Observatório urbano do eixo atlântico (...minha nossa senhora !!!) Observatório robótico Observatório permanente da segurança do Porto (...e se cada cidade fosse criado um !!!) Observatório do fogo (...que raio de observação !!) Observatório da comunicação (Obercom) Observatório da qualidade do ar(...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz já isto ???) Observatório do centro de pensamento de política internacional Observatório ambiental de teledetecção atmosférica e comunicações aeroespaciais (...este é bom !!! com o nosso desenvolvimento aero-espacial !!!) Observatório europeu das PME Observatório da restauração Observatório de Timor Leste Observatório de reumatologia Observatório da censura Observatório do design Observatório da economia mundial Observatório do mercado de arroz Observatório da DGV Observatório de neologismos do português europeu Observatório para a educação sexual Observatório para a reabilitação urbana Observatório para a gestão de áreas protegidas Observatório europeu da sismologia (...o Instituto de Meteo e Geofisica não faz isto também ???) Observatório nacional das doenças reumáticas Observatório da caça Observatório da habitação Observatório Alzheimer Observatório magnético de Coimbra Pergunta: O que é que toda esta gente observa,para além da conta bancária todos os meses? Tornou o País melhor??? |
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18:56 (há 19 minutos)
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quarta-feira, janeiro 16, 2013
sexta-feira, dezembro 28, 2012
Aproxima-se o Novo Ano - 2013
Porém vamos confiantes fazer votos por que o Novo Ano de 2013 seja bom, com saúde, amizade e Paz entre todos os seres humanos: é o que desejo a todos os meus amigos.
terça-feira, novembro 20, 2012
Os irmãos metralhas
quarta-feira, novembro 07, 2012
Dedução
segunda-feira, novembro 05, 2012
O anti-poeta ou poeta menor
"Isto é mesmo uma choldra!", diria Dom Carlos I, rei de Portugal.
quarta-feira, outubro 24, 2012
Não mudou mesmo nada!
"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora,
aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias,
sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice,
pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;
um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom,
e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que
um lampejo misterioso da alma nacional,
reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.
Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula,
não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha,
sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima,
descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas,
capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação,
da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.
Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo;
este criado de quarto do moderador; e este, finalmente,
tornado absoluto pela abdicação unânime do País.
A justiça ao arbítrio da Política,
torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.
Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções,
incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos,
iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero,
e não se malgando e fundindo, apesar disso,
pela razão que alguém deu no parlamento,
de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."
Guerra Junqueiro, 1896.
sexta-feira, setembro 14, 2012
Um texto engraçado, real e adaptado ao tempo que vivemos
"Vão-se foder"
Perdoem-me a chantagem emocional senhores ministros, assessores, secretários e demais personagem eleitos ou boys desta vida, mas os pneus dos vossos BMW’s davam para alimentar as crianças do nosso país (que ainda não é em África) que chegam hoje em dia à escola sem um pedaço de pão de bucho. Por isso, se o tempo é de crise, comecem a andar de opel corsa, porque eu que trabalho há 11 anos e acho que crédito é coisa de ricos, ainda não passei dessa fasquia.
E para terminar, um “par” de considerações sobre o vosso anúncio de 6ª feira.
Estou na dúvida se o fizeram por real lata ou por um desconhecimento profundo do país que governam.
Aumenta-me em mais de 60% a minha contribuição para a segurança social, não é?
No meu caso isso equivale a subsídio e meio e não “a um subsído”. Esse dinheiro vai para onde que ninguém me explicou? Para a puta de uma reforma que eu nunca vou receber? Ou para pagar o salário dos administradores da CGD?
Baixam a TSU das empresas. Clap, clap, clap… Uma vénia!
Vocês, que sentam o já acima mencionado real rabo nesses gabinetes, sabem o que se passa no neste país? Mas acham que as empresas estão a crescer e desesperadas por dinheiro para criar postos de trabalho? A sério? Vão-se foder.
As pequenas empresas vão poder respirar com essa medida. E não despedir mais umou dois.
As grandes, as dos milhões? Essas vão agarrar no relatório e contas pôr lá um
proveito inesperado e distribuir mais dividendos aos accionistas. Ou no vosso mundo as empresas privadas são a Santa Casa da Misericórdia e vão já já a correr criar postos de trabalho só porque o Estado considera a actual taxa de desemprego um flagelo? Que o é.
A sério… Em que país vivem? Vão-se foder.
Mas querem o benefício da dúvida? Eu dou-vos:
1º Provem-me que os meus 7% vão para a minha reforma. Se quiserem até o guardo eu no meu PPR.
2º Criem quotas para novos postos de trabalho que as empresas vão criar com esta medida. E olhem, até vos dou esta ideia de graça: as empresas que não cumprirem tem que devolver os mais de 5% que vai poupar. Vai ser uma belo negócio para o Estado… Digo-vos eu que estou no mundo real de onde vocês parecem, infelizmente, tão longe.
Termino dizendo que me sinto pela primeira vez profundamente triste. Por isso vos digo que até a mim, resistente, realista, lutadora, compreensiva… Até a mim me mataram a esperança.
Talvez me vá embora. Talvez pondere com imensa pena e uma enorme dor no
coração deixar para trás o país onde tanto gosto de viver, o trabalho que tanto gosto de fazer, a família que amo, os amigos que me acompanham, onde pensava brevemente ter filhos, mas olhem… Contas feitas, aqui neste t2 onde vivemos, levaram-nos o dinheiro de um infantário.
Talvez vá. E levo comigo os meus impostos e uma pena imensa por quem tem que cá ficar.
Por isso, do alto dos meus 32 anos digo: Vão-se foder"
tags: crise, economia, política
Domingos Amaral às 19:06
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sexta-feira, agosto 24, 2012
terça-feira, maio 22, 2012
O "GEURO" e, já agora, o "PEURO"
Dentro do mesmo raciocínio Portugal poderá adotar o "PEURO", para poder fazer a sua engenharia financeira e depois voltar ao EURO, já fortalecido e com pernas para andar.
Enfim, estes economistas são uns engenhocas e brincam com o pagode. E tudo isto porque a UE é um gigante com pés de barro, criado de cima para baixo: Quem perguntou às populações se queriam aderir à CEE, como seria lógico que tivesse acontecido? E depois ao EURO, novamente a construção de cima para baixo. Não houve esclarecimento nem debate sobre o assunto.
Espíritos iluminados decidiram e aí vai o rebanho. Agora tem o resultado!
sexta-feira, maio 18, 2012
EÇA e a CRISE
1872 Portugal e a Grécia 2011
!!! … 139 anos depois … !!!
Eça de Queirós escreveu em 1872
"Nós estamos num estado comparável apenas à Grécia: a mesma pobreza, a mesma indignidade política, a mesma trapalhada económica, a mesmo baixeza de carácter, a mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se em paralelo, a Grécia e Portugal"
(in As Farpas)
1872 … !!! Verdadeiramente impressionante !!! …2011
1/5
Eça de Queirós sempre actual “Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição” “Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição. Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações. A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse. A política é uma arma, em todos os pontos revolta pelas vontades contraditórias; ali dominam as más paixões; ali luta-se pela avidez do ganho ou pelo gozo da vaidade; ali há a postergação dos princípios e o desprezo dos sentimentos; ali há a abdicação de tudo o que o homem tem na alma de nobre, de generoso, de grande, de racional e de justo; em volta daquela arena enxameiam os aventureiros inteligentes, os grandes vaidosos, os especuladores ásperos; há a tristeza e a miséria; dentro há a corrupção, o patrono, o privilégio. A refrega é dura; combate-se, atraiçoa-se, brada-se, foge-se, destrói-se, corrompe-se. Todos os desperdícios, todas as violências, todas as indignidades se entrechocam ali com dor e com raiva. À escalada sobem todos os homens inteligentes, nervosos, ambiciosos (...) todos querem penetrar na arena, ambiciosos dos espectáculos cortesãos, ávidos de consideração e de dinheiro, insaciáveis dos gozos da vaidade.” Eça de Queiroz, in 'Distrito de Évora” (1867)
2/5
Política de acaso, política de compadrio, política de expediente
3/5
Portugal e a crise “Que fazer? Que esperar? Portugal tem atravessado crises igualmente más: - mas nelas nunca nos faltaram nem homens de valor e carácter, nem dinheiro ou crédito. Hoje crédito não temos, dinheiro também não - pelo menos o Estado não tem: - e homens não os há, ou os raros que há são postos na sombra pela política. De sorte que esta crise me parece a pior - e sem cura.” Eça de Queirós, in “Correspondência” (1891)
4/5
“ … somos um povo sem poderes iniciadores, bons para ser tutelados … “ “Diz-se geralmente que, em Portugal, o público tem ideia de que o Governo deve fazer tudo, pensar em tudo, iniciar tudo: tira-se daqui a conclusão que somos um povo sem poderes iniciadores, bons para ser tutelados, indignos de uma larga liberdade, e inaptos para a independência. A nossa pobreza relativa é atribuída a este hábito político e social de depender para tudo do Governo, e de volver constantemente as mãos e os olhos para ele como para uma Providência sempre presente.” In “Citações e Pensamentos” de Eça de Queirós».
José Maria de Eça de Queirós
Povoa de Varzim - 25 de Novembro de 1845
Paris - 16 de Agosto de 1900
Setembro – 2011 5/5
sexta-feira, fevereiro 24, 2012
Antúrios
Planta perene, semi-herbácea, com 0,30 a 1,0m de altura, originária da América do Sul.
A flor do antúrio, na verdade, é bem pequena, alcançando o tamanho da cabeça de um alfinete. A parte colorida e exótica, que normalmente achamos que é a flor, na verdade é uma inflorescência, ou seja, o conjunto formado pela espádice – espiga onde brotam as minúsculas flores – e espata do antúrio – a bráctea colorida, ou a folha modificada. As verdadeiras flores do antúrio são os pontinhos amarelos que brotam na espiga.
Esta peculiaridade é um artifício da natureza: quando as flores são pouco significativas, a natureza produz folhas modificadas ou brácteas coloridas para atrair insetos e outros agentes polinizadores. Isso também ocorre com as flores do bico-de-papagaio (Euphorbia pulcherrima) e da primavera (Bougainvillea spectabilis), por exemplo.
Algumas espécies são bem populares no Brasil, como o Anthurium andreanum – chamado de “paleta-de-pintor” e o Anthurium scherzeranum, conhecido como “flor-de-flamingo”, por apresentar a espádice recurvada, lembrando a forma do flamingo.
O antúrio é uma planta tropical muito tradicional do paisagismo brasileiro. Seu significado está relacionado ao luxo, à autoridade e à exuberância. Imponente, essa bela flor é capaz de se adaptar aos mais diferentes ambientes e, quando bem-cuidada, pode florir no ano todo.
Além de fazer sucesso em arranjos de mesa e decorações de eventos, o antúrio pode ser plantado no solo, em canteiros ou vasos, e são ótimas pedidas para incrementar a sala, o terraço ou o jardim. Os cuidados com a planta são simples, mas o resultado é de encher os olhos.
As cores dessas inflorescências vão do branco ao vermelho, incluindo o rosa, o salmão, o verde e o marrom. As folhas do antúrio também chamam muita atenção. As folhas costumam ser grandes e largas, e o formato lembra um coração. Além da enorme diversidade de cores, é possível encontrar inúmeros tipos de antúrio. Uma das principais diferenças é o tamanho. No mercado, tanto podemos encontrar esse tipo de planta com 20 cm de altura, quanto outras que atingem 1,5 m.
Beleza e durabilidade: -A exuberância do antúrio costuma ser bastante explorada nos arranjos florais e nas decorações de eventos. Mas este não é o único motivo. A flor tem grande durabilidade. Quando bem-cuidado, um arranjo de antúrio verde, por exemplo, pode continuar praticamente intacto após 20 dias.
Solo: quando plantar ou replantar, a mistura ideal é a seguinte: uma parte de terra comum de jardim, outra parte de terra vegetal, e duas partes de composto orgânico. O ideal é transplantar a planta anualmente, para retirar o excesso de minerais que não foram absorvidos. Priorize os vasos de barro.
Água: - o antúrio gosta de umidade.Regue com abundância uma vez por semana. No caso dos vasos, evite deixar água no prato. Isso faz com que as raízes fiquem encharcadas e apodreçam. Quando possível, coloque o vaso na chuva. Nos dias mais quentes, borrife água nas folhas com o auxílio de um pulverizador para manter o brilho.
Toda a planta é tóxica e seu princípio ativo é o Oxalato de cálcio.
terça-feira, dezembro 27, 2011
segunda-feira, outubro 03, 2011
terça-feira, setembro 27, 2011
sábado, setembro 24, 2011
De O Jumento, com a devida vénia
Jumento do dia
Cavaco Silva
Que ninguém está imune aos sacrifícios todos sabemos que é uma mentira já gasta, o que não se entende é que em tempos de crise o Presidente da República faça viagens para falar do sorriso das vacas e se faça acompanhar de uma autêntica corte, onde nem falta um mordomo. Além de não ser tempo para estas mordomias medievais próprias de um monarca dos tempos do ouro do Brasil, a figura triste que o Estado faz com um presidente a viajar com a sua corte para fazer reflexões sobre o estado psicológicos das vacas e um primeiro-ministro a viajar em classe económica para Nova Iorque.
Por favor, não gozem com este pobre país.
«Cavaco Silva está em visita oficial aos Açores desde terça-feira e, além da sua mulher, acompanham o Presidente da República mais 30 pessoas, ao longo de cinco dias.
Da lista oficial a que o PÚBLICO teve acesso, constam o chefe da casa civil do Presidente, Nunes Liberato, também acompanhado pela mulher, quatro assessores, dois consultores, um para os assuntos políticos e outro para a comunicação social, e cerca de uma dúzia de elementos do corpo de segurança, entre eles dois sargentos, um tenente-coronel, um subintendente e cinco agentes principais. Mas da comitiva do Presidente fazem parte também dois fotógrafos oficiais, um médico pessoal, uma enfermeira, dois bagageiros e até um mordomo.
Na chegada ao arquipélago açoriano, questionado sobre o buraco orçamental das contas madeirenses, Cavaco foi parco em palavras, mas reiterou o que já afirmou várias vezes: "Ninguém está imune aos sacrifícios." O Presidente e a sua comitiva têm agendado para amanhã o regresso a Lisboa.» [Público via CC]
sexta-feira, setembro 16, 2011
Humilhação
A humilhação
terça-feira, julho 12, 2011
Diria Claro como água
Raciocínio simplesComentário interessante a uma entrevista medíocre
Terça-feira, Julho 12, 2011
Pobre Europa
sexta-feira, junho 03, 2011
O voto contra a ameaça
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